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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9700

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Título: Não se rima amor e dor: representações sociais sobre violência conjugal
Autor(es): Marques de Queiroz, Fernanda
Palavras-chave: Mulheres; Violência conjugal; Delegacia Especializada de Defesa e Apoio à Mulher; Denúncia; Vítima
Data do documento: 2005
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Marques de Queiroz, Fernanda; de Fátima de Souza Santos, Maria. Não se rima amor e dor: representações sociais sobre violência conjugal. 2005. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Serviço Social, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2005.
Abstract: Ao investigarmos as representações sociais que as mulheres vitimas de violência conjugal, pertencentes às classes populares constroem sobre a violência sofrida e quais as estratégias de enfrentamento/reação a este fenômeno, partimos de um estudo qualitativo com dez mulheres, sendo cinco participantes de grupos organizados e cinco que denunciaram seus agressores na Delegacia Especializada de Defesa e Apoio à Mulher. Ao analisarmos as representações sociais destas mulheres sobre violência, constatamos duas representações: uma que busca justificar a violência como natural e inerente às relações entre os sexos e outra minoritária, que compreende a violência como fruto do sistema patriarcal. Quanto às reações e enfrentamentos à violência, estes se dão em dois níveis: em nível privado, quando as mulheres não denunciam a violência, mas contam as violências sofridas para familiares e amigos, bem como se separam dos maridos ou companheiros agressores e em nível público, quando denunciam as agressões na delegacia, mesmo com a intenção de apenas dar um susto no agressor. Uma outra forma pública de enfrentamento à violência se dá através do engajamento em movimentos de mulheres que contribui para o fortalecimento da organização e o combate à violência contra a mulher encorajando-as para a denúncia. Ressaltamos, que seja qual for a forma de enfrentamento à violência, as mulheres não são cúmplices da violência, e sim vítimas, pois detêm uma parcela de poder infinitamente menor que os homens
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9700
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