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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9700
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Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | de Fátima de Souza Santos, Maria | pt_BR |
| dc.contributor.author | Marques de Queiroz, Fernanda | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2014-06-12T23:15:47Z | - |
| dc.date.available | 2014-06-12T23:15:47Z | - |
| dc.date.issued | 2005 | pt_BR |
| dc.identifier.citation | Marques de Queiroz, Fernanda; de Fátima de Souza Santos, Maria. Não se rima amor e dor: representações sociais sobre violência conjugal. 2005. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Serviço Social, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2005. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9700 | - |
| dc.description.abstract | Ao investigarmos as representações sociais que as mulheres vitimas de violência conjugal, pertencentes às classes populares constroem sobre a violência sofrida e quais as estratégias de enfrentamento/reação a este fenômeno, partimos de um estudo qualitativo com dez mulheres, sendo cinco participantes de grupos organizados e cinco que denunciaram seus agressores na Delegacia Especializada de Defesa e Apoio à Mulher. Ao analisarmos as representações sociais destas mulheres sobre violência, constatamos duas representações: uma que busca justificar a violência como natural e inerente às relações entre os sexos e outra minoritária, que compreende a violência como fruto do sistema patriarcal. Quanto às reações e enfrentamentos à violência, estes se dão em dois níveis: em nível privado, quando as mulheres não denunciam a violência, mas contam as violências sofridas para familiares e amigos, bem como se separam dos maridos ou companheiros agressores e em nível público, quando denunciam as agressões na delegacia, mesmo com a intenção de apenas dar um susto no agressor. Uma outra forma pública de enfrentamento à violência se dá através do engajamento em movimentos de mulheres que contribui para o fortalecimento da organização e o combate à violência contra a mulher encorajando-as para a denúncia. Ressaltamos, que seja qual for a forma de enfrentamento à violência, as mulheres não são cúmplices da violência, e sim vítimas, pois detêm uma parcela de poder infinitamente menor que os homens | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal de Pernambuco | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Mulheres | pt_BR |
| dc.subject | Violência conjugal | pt_BR |
| dc.subject | Delegacia Especializada de Defesa e Apoio à Mulher | pt_BR |
| dc.subject | Denúncia | pt_BR |
| dc.subject | Vítima | pt_BR |
| dc.title | Não se rima amor e dor: representações sociais sobre violência conjugal | pt_BR |
| dc.type | doctoralThesis | pt_BR |
| Appears in Collections: | Teses de Doutorado - Serviço Social | |
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| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
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