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Título: Evolução e determinantes da desnutrição e do excesso de peso em crianças no Estado de Pernambuco
Autor(es): Cristina Egito de Menezes, Risia
Palavras-chave: Excesso de peso; Crianças; Desnutrição; Pré-escolares; Fatores associados
Data do documento: 31-Jan-2011
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Cristina Egito de Menezes, Risia; Israel Cabral de Lira, Pedro. Evolução e determinantes da desnutrição e do excesso de peso em crianças no Estado de Pernambuco. 2011. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2011.
Resumo: O Brasil tem experimentado uma transição nutricional, nos últimos anos, com um marcante aumento da prevalência de sobrepeso e obesidade da população, nas diferentes fases do curso da vida, sem que a desnutrição e outros problemas carenciais tenham sido superados, inclusive com prevalências do excesso ponderal bem mais preocupantes que a própria desnutrição. Objetivou-se, assim, descrever a evolução e os determinantes do deficit estatural de menores de cinco anos nos, em 1991, 1997 e 2006 e identificar a prevalência do excesso de peso e fatores associados, no ano de 2006, em pré-escolares no Estado de Pernambuco. A análise da prevalência e dos fatores associados ao deficit estatural (estatura-para-idade < -2 escore Z) e ao excesso de peso (Índice de Massa Corporal/Idade &#8805; 2 escores Z) incluiu: condições socioeconômicas, características materna e da criança e de assistência à saúde. Foi realizada regressão logística múltipla, utilizando-se o modelo hierarquizado. Razões de Chance bruta e ajustada para confundimento foram calculadas para cada variável de exposição. Em relação à desnutrição, a prevalência do deficit estatural das crianças pernambucanas nos anos de 1991, 1997 e 2006 foi de 24,6%, 16,2% e 8,7%, respectivamente. Observou-se uma redução de 65%, para o período, permanecendo no modelo final de regressão, como fatores associados ao deficit estatural das crianças: renda familiar per capita, escolaridade materna, número de pessoas na residência, acesso a bens de consumo, condições de saneamento, altura e Índice de Massa Corporal materno e o peso ao nascer. A prevalência de excesso de peso das crianças foi de 8,9% para o Estado e para a Região Metropolitana do Recife. No Interior Urbano e Rural, foram encontradas prevalências de 10% e 8,3%, respectivamente. Maiores prevalências de excesso de peso foram observadas entre crianças de famílias com melhores condições socioeconômicas: maior renda familiar per capita e nível de escolaridade, acesso a bens de consumo, melhores condições de moradia e saneamento básico, e de assistência à saúde. O modelo final de regressão logística múltipla indicou que a escolaridade materna, os bens de consumo e o Índice de Massa Corporal da mãe foram os fatores que melhor explicaram o excesso de peso das crianças. As prevalências do excesso de peso superam as de desnutrição entre os pré-escolares, no Estado. A desnutrição é mais prevalente entre as crianças em piores condições socioeconômicas e o excesso de peso acomete, principalmente, as crianças de famílias com condições socioeconômicas mais favorecidas
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8252
Aparece na(s) coleção(ções):Teses de Doutorado - Nutrição

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