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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68595
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| Title: | Incidência de fraqueza muscular na enfermaria de clínica médica após internamento em unidade de terapia intensiva em um hospital do agreste pernambucano. |
| Authors: | FERRAZ, Mariana Cavalcanti Novaes |
| Keywords: | fraqueza muscular; unidade de terapia intensiva; força muscular; reabilitação; hospitalização |
| Issue Date: | 27-Feb-2026 |
| Citation: | FERRAZ, Mariana Cavalcanti Novaes. Incidência de fraqueza muscular na enfermaria de clínica médica após internamento em unidade de terapia intensiva em um hospital do agreste pernambucano. 2026. 28 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Residência Médica em Clínica Médica) - Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2026. |
| Abstract: | INTRODUÇÃO: A fraqueza muscular adquirida após internamento em unidade de terapia intensiva (FMA-UTI) é uma condição frequente em pacientes críticos, associada a limitações funcionais, aumento do tempo de hospitalização e piores desfechos clínicos. OBJETIVO: Avaliar a incidência e o perfil epidemiológico de pacientes com fraqueza muscular após internamento em UTI, acompanhados na enfermaria de clínica médica de um hospital do agreste pernambucano. METODOLOGIA: Estudo prospectivo realizado com pacientes adultos transferidos da UTI para a enfermaria de clínica médica. A força muscular foi avaliada por meio da escala do Medical Research Council (MRC) e da força de preensão palmar, medida por dinamometria, no momento da admissão na enfermaria e após sete dias de acompanhamento, quando aplicável. Considerou-se fraqueza muscular escore MRC < 48 e valores de preensão palmar < 26–27 kgf para homens e < 16 kgf para mulheres. Os dados clínicos, demográficos e epidemiológicos foram analisados de forma descritiva. RESULTADOS: Foram incluídos 55 pacientes, com idade média de 52,5 anos, sendo 49,1% do sexo feminino. A incidência de fraqueza muscular adquirida na UTI foi de 23,6%, com maior frequência entre pacientes com tempo de internação superior a 14 dias. Observou-se discreta melhora da força muscular em parte dos pacientes durante o período de internação na enfermaria, embora alguns mantivessem déficits funcionais persistentes. DISCUSSÃO: A FMA-UTI foi observada em cerca de um quarto dos pacientes, com ocorrência semelhante entre homens e mulheres, indicando que o sexo isoladamente não é determinante. A avaliação por escore MRC e força de preensão palmar mostrou-se prática e eficaz para identificar precocemente essa condição no período pós-UTI. CONCLUSÃO: A FMA – UTI apresentou incidência relevante na amostra estudada, e a utilização combinada do escore MRC e da dinamometria de preensão palmar mostrou-se adequada para sua detecção, possibilitando o direcionamento de intervenções precoces de reabilitação funcional. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68595 |
| Appears in Collections: | Programa de Residência em Clínica Médica |
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