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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68004

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Título: ALIMENTAÇÃO E CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS NO SISTEMA PRISIONAL FEMININO: UMA REVISÃO DE LITERATURA
Autor(es): ALMOÊDO, Maria Clara Oliveira
Palavras-chave: Alimentação prisional; Saúde no sistema prisional; Condições higiênico-sanitárias; Prisões femininas; Nutrição em presídios
Data do documento: 22-Dez-2025
Citação: ALMOÊDO, Maria Clara Oliveira. ALIMENTAÇÃO E CONDIÇÕES HIGIÊNICO-SANITÁRIAS NO SISTEMA PRISIONAL FEMININO: UMA REVISÃO DE LITERATURA. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso - Nutrição - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: A alimentação no cárcere é abordada como parte fundamental do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA), entretanto, frequentemente violado devido à superlotação, à precariedade estrutural, à insuficiência dos serviços de saúde e à ausência de acompanhamento nutricional especializado. O presente estudo teve como objetivo analisar as condições alimentares e higiênico-sanitárias em unidades prisionais femininas brasileiras por meio de uma revisão integrativa da literatura, considerando o crescente encarceramento de mulheres em contextos marcados por desigualdades de gênero, raça e classe. A pesquisa foi realizada nas bases Web of Science, PubMed, ScienceDirect, SciELO e Google Acadêmico. Os resultados evidenciam que a má qualidade das refeições e as falhas higiênico-sanitárias comprometem a saúde física, mental e social das mulheres encarceradas, refletindo negligências institucionais e fragilidades políticas que atravessam o sistema prisional e aprofundam desigualdades. Ao mesmo tempo, emergem práticas alimentares como espaços e formas de resistência, identidade e cuidado entre mulheres encarceradas, demonstrando a dimensão social e afetiva da alimentação no cárcere. A análise permitiu identificar importantes evidências e lacunas na literatura, ampliando a compreensão sobre os desafios nutricionais e sanitários vivenciados pelas mulheres privadas de liberdade. Conclui-se que o enfrentamento dessas desigualdades requer políticas públicas intersetoriais que assegurem alimentação adequada, condições dignas de vida e acompanhamento nutricional contínuo e especializado, reconhecendo as mulheres encarceradas como sujeitos de direitos e protagonistas de transformação.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/68004
Aparece nas coleções:(TCC) - Nutrição

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