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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67873

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Título: ASSOCIAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA COM A GRAVIDADE DA APNEIA EM PACIENTES COM APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO
Autor(es): Santos, Luis Vinicios dos
Palavras-chave: Apneia Obstrutiva do Sono (AOS); Atividade Física; Qualidade do Sono; Gravidade da Apneia
Data do documento: 16-Dez-2025
Citação: SANTOS, Luis Vinicios dos. ASSOCIAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA COM A GRAVIDADE DA APNEIA EM PACIENTES COM APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Educação Física) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Este estudo transversal teve como objetivo avaliar a associação entre o nível de atividade física (NAF) habitual e a gravidade da apneia obstrutiva do sono (AOS), bem como os parâmetros respiratórios do sono, em indivíduos adultos com diagnóstico confirmado de AOS. Os participantes foram divididos em três categorias de NAF com base na frequência semanal de exercícios: Inativos, Insuficientemente Ativos e Ativos. A gravidade da AOS foi mensurada objetivamente pelo índice de apneia-hipopneia (IAH) e parâmetros de saturação de oxigênio obtidos por polissonografia, e a análise comparativa entre os grupos foi realizada por meio da análise de variância (ANOVA one-way). Os resultados não revelaram associação estatisticamente significativa entre as categorias de NAF e o IAH, nem com os parâmetros de oxigenação (SaO2 mínima, p=0,225). A análise da composição corporal demonstrou que todos os grupos, incluindo o mais ativo, apresentavam índice de massa corporal (IMC) médio consistentemente elevado, caracterizando um perfil de sobrepeso/obesidade na amostra avaliada, sem diferença estatística entre eles (p=0,648). Conclui-se que o desenho transversal do estudo, juntamente com a influência do fator de risco dominante e constante da obesidade em toda a amostra, limitou a capacidade de o NAF habitual modular a gravidade da AOS. A ausência de resultados significativos sugere que a AOS é uma condição complexa e que o benefício do exercício, como terapia coadjuvante, necessita de intervenções controladas e longitudinais para superar os fortes fatores de risco estruturais e induzir melhorias clinicamente relevantes.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67873
Aparece nas coleções:(TCC) - Educação Física (Bacharelado)

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