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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67873

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dc.contributor.advisorLins Filho, Ozéas de Lima-
dc.contributor.authorSantos, Luis Vinicios dos-
dc.date.accessioned2026-01-23T19:13:39Z-
dc.date.available2026-01-23T19:13:39Z-
dc.date.issued2025-12-16-
dc.date.submitted2026-01-23-
dc.identifier.citationSANTOS, Luis Vinicios dos. ASSOCIAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA COM A GRAVIDADE DA APNEIA EM PACIENTES COM APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Educação Física) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67873-
dc.description.abstractEste estudo transversal teve como objetivo avaliar a associação entre o nível de atividade física (NAF) habitual e a gravidade da apneia obstrutiva do sono (AOS), bem como os parâmetros respiratórios do sono, em indivíduos adultos com diagnóstico confirmado de AOS. Os participantes foram divididos em três categorias de NAF com base na frequência semanal de exercícios: Inativos, Insuficientemente Ativos e Ativos. A gravidade da AOS foi mensurada objetivamente pelo índice de apneia-hipopneia (IAH) e parâmetros de saturação de oxigênio obtidos por polissonografia, e a análise comparativa entre os grupos foi realizada por meio da análise de variância (ANOVA one-way). Os resultados não revelaram associação estatisticamente significativa entre as categorias de NAF e o IAH, nem com os parâmetros de oxigenação (SaO2 mínima, p=0,225). A análise da composição corporal demonstrou que todos os grupos, incluindo o mais ativo, apresentavam índice de massa corporal (IMC) médio consistentemente elevado, caracterizando um perfil de sobrepeso/obesidade na amostra avaliada, sem diferença estatística entre eles (p=0,648). Conclui-se que o desenho transversal do estudo, juntamente com a influência do fator de risco dominante e constante da obesidade em toda a amostra, limitou a capacidade de o NAF habitual modular a gravidade da AOS. A ausência de resultados significativos sugere que a AOS é uma condição complexa e que o benefício do exercício, como terapia coadjuvante, necessita de intervenções controladas e longitudinais para superar os fortes fatores de risco estruturais e induzir melhorias clinicamente relevantes.pt_BR
dc.format.extent19 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectApneia Obstrutiva do Sono (AOS)pt_BR
dc.subjectAtividade Físicapt_BR
dc.subjectQualidade do Sonopt_BR
dc.subjectGravidade da Apneiapt_BR
dc.titleASSOCIAÇÃO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA COM A GRAVIDADE DA APNEIA EM PACIENTES COM APNEIA OBSTRUTIVA DO SONOpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1346187378177049pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6764299000608085pt_BR
dc.description.abstractxThis cross-sectional study aimed to evaluate the association between habitual physical activity level (PAL) and the severity of obstructive sleep apnea (OSA), as well as sleep-related respiratory parameters, in adult individuals with a confirmed diagnosis of OSA. Participants were divided into three PAL categories based on weekly exercise frequency: inactive, insufficiently active, and active. OSA severity was objectively assessed using the apnea–hypopnea index (AHI), along with oxygen saturation parameters obtained through polysomnography. Comparisons between groups were performed using one-way analysis of variance (ANOVA). The results showed no statistically significant association between PAL categories and AHI, nor with oxygenation parameters (minimum SaO₂, p = 0.225). The analysis of body composition showed that all groups, including the most active one, presented consistently elevated mean Body Mass Index (BMI), characterizing overweight and obesity, with no statistically significant differences between them (p = 0.648). It is concluded that the cross-sectional design of the study, together with the influence of obesity as a dominant and constant risk factor across the entire sample, limited the ability of habitual PAL to modulate OSA severity. The absence of significant findings suggests that OSA is a complex condition and that the benefits of exercise as an adjunct therapy may require controlled, longitudinal interventions to overcome strong structural risk factors and induce clinically meaningful improvements.pt_BR
dc.subject.cnpqCiências da Saúde - Educação Físicapt_BR
dc.degree.departamentDEFpt_BR
dc.degree.graduationBacharelado em Educação Físicapt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Appears in Collections:(TCC) - Educação Física (Bacharelado)

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