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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67740

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Título: Avaliação in vitro da viscosidade de resinas compostas regulares submetidas ao pré-aquecimento
Autor(es): SILVA, Myllena Rodrigues e
Palavras-chave: Resinas compostas; Viscosidade; Reologia; Cimentação
Data do documento: 4-Dez-2025
Citação: SILVA, Myllena Rodrigues e. Avaliação in vitro da viscosidade de resinas compostas regulares submetidas ao pré-aquecimento. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Odontologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do pré-aquecimento na viscosidade complexa (η*) e nos módulos viscoelásticos de resinas compostas regulares utilizadas como agentes cimentantes. Tratou-se de um estudo in vitro composto por 30 amostras (N = 10 por grupo), no qual foram analisados três grupos: RV (RelyX Veneer, 25 °C), HC (Herculite Classic, 69 °C) e Z100 (Filtek Z100, 69 °C). As análises foram conduzidas em um reômetro de placas paralelas HAAKE MARS III (Thermo Fisher Scientific, Waltham, EUA), utilizando varredura oscilatória para obtenção de G’ (módulo de armazenamento), G’’ (módulo de perda) e η* (viscosidade complexa) em frequências de 0,01 a 100 rad/s. Os resultados mostraram que o grupo RV apresentou os maiores valores de G’, G’’ e η*, evidenciando maior rigidez estrutural e menor susceptibilidade ao escoamento. O pré-aquecimento reduziu de forma acentuada os módulos viscoelásticos das resinas HC e Z100, tornando-as mais fluidas e com comportamento típico de materiais pseudoplásticos, caracterizado pela redução progressiva da viscosidade com o aumento da frequência. Entre as resinas aquecidas, a HC apresentou valores intermediários, enquanto a Z100 mostrou os menores valores de G’, G’’ e η*, indicando maior sensibilidade térmica. Conclui-se que o pré-aquecimento promove redução significativa da viscosidade e melhora da fluidez das resinas compostas regulares, favorecendo seu potencial uso como agentes cimentantes. Com isso, o pré-aquecimento se mostrou como uma estratégia promissora, porém depende de controle rigoroso e maior padronização para ser aplicado com segurança na cimentação odontológica.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67740
Aparece nas coleções:(TCC) - Odontologia

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