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Título : O ensino da educação física em escolas indígenas: uma análise do Referencial Curricular Nacional para Escolas Indígenas à luz da decolonialidade dos corpos na perspectiva do Bem Viver
Autor : SANTOS, Jeremias dos
Palabras clave : Bem Viver; Decolonialidade dos corpos; Diferença Colonial; Educação Física nas escolas indígenas
Fecha de publicación : 1-oct-2025
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : SANTOS, Jeremias dos. O ensino da educação física em escolas indígenas: uma análise do Referencial Curricular Nacional para Escolas Indígenas à luz da decolonialidade dos corpos na perspectiva do Bem Viver. 2025. Dissertação (Mestrado em Educação Contemporânea) - Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, 2025.
Resumen : Esta Dissertação está vinculada à linha de pesquisa denominada Educação e Diversidade do Programa de Pós-Graduação em Educação Contemporânea da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Centro Acadêmico do Agreste (CAA). A pesquisa teve como objetivo compreender como o ensino de Educação Física é apresentado no Referencial Curricular Nacional para Escolas Indígenas (RCNEI), considerando-se a decolonialidade dos corpos na perspectiva do Bem Viver. Além da análise do RCNEI, procuramos identificar as possíveis aproximações e distanciamentos entre o Referencial aqui citado e o Currículo de Educação Física do Estado de Pernambuco (2019). Os postulados do Bem Viver foram analisados com o intuito de contribuir para a construção de possíveis indicadores para a decolonialidade dos corpos, por meio da Educação Física praticada nas escolas indígenas. As nossas justificativas sobre o estudo em questão foram dadas, por um lado, nos âmbitos histórico, político e social; por outro, nos âmbitos acadêmico e pessoal, os quais, embora distintos, estão correlacionados. Metodologicamente, nossa Dissertação está classificada como uma pesquisa qualitativa com viés documental, de natureza descritiva, pautada em uma ótica decolonial, uma vez que pretende questionar a colonialidade presente visando a Diferença Colonial. Foi utilizada a hermenêutica-dialética em uma visão crítica para análise e compreensão dos textos. Para o desenrolar das análises, nossa abordagem teórica recaiu sobre os estudos decoloniais, a partir de Almeida (2001, 2017), Almeida (2021), Céspedes (2010), Enrique Dussel (1993, 2016), Galdino e Salles (2022), Lacerda e Feitosa (2015), Mignolo (2003, 2007, 2008a, 2008b, 2010, 2017, 2020), Oliveira e Feitosa (2020), Quijano (2000, 2005), Silva, I. (2021), Walsh (2008, 2009a, 2009b, 2010), entre outros/as autores/as que contribuíram de forma significativa para a construção das possíveis respostas para nosso questionamento e objetivos. Um dos principais resultados da pesquisa indicou que o componente curricular Educação Física, infelizmente, foi e possivelmente ainda é um componente curricular que faz parte do rol daqueles onde as colonialidades do poder, saber e Ser mais se manifestam, dificultando o tensionamento na linha de fronteira, em que há a ocorrência de diálogos interculturais com as práticas tradicionais indígenas de educação dos corpos na perspectiva do Bem Viver. Esperamos que os resultados desta pesquisa possam subsidiar possíveis práticas de ensino para a Educação Física escolar nas escolas indígenas do estado de Pernambuco e quiçá em outras regiões do país.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67607
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Educação Contemporânea / CAA

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