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Title: COLOSTROTERAPIA E NUTRIÇÃO ENTERAL TRÓFICA COM LEITE HUMANO EM RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS ACOMPANHADOS EM UTI
Authors: ARRUDA, Mikaella Gomes de
Keywords: Colostroterapia; Nutrição enteral trófica; Prematuros; Leite humano
Issue Date: 17-Dec-2025
Citation: ARRUDA, Mikaella Gomes de. COLOSTROTERAPIA E NUTRIÇÃO ENTERAL TRÓFICA COM LEITE HUMANO EM RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS ACOMPANHADOS EM UTI. 2025. 57 f. TCC (Graduação) - Curso de Nutrição, Centro Acadêmico de Recife, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: A adoção de práticas como colostroterapia e nutrição enteral trófica nas primeiras 24 a 48 horas pós-natal em recém-nascidos prematuros, permite que componentes como imunoglobulinas e fatores bioativos atuem na proteção e maturação do sistema imunológico. Essas estratégias estimulam a motilidade intestinal e diminuem o risco de complicações como a enterocolite necrosante. O objetivo deste estudo foi descrever sobre a prática de Colostroterapia Orofaríngea e da Nutrição Enteral Trófica com leite humano em prematuros internados em UTI neonatal de um hospital escola de Pernambuco. Para tal, um estudo do tipo série de casos longitudinal foi realizado, a partir de dados obtidos dos prontuários eletrônicos de recém-nascidos prematuros internados entre os períodos de janeiro a agosto de 2023, e acompanhados por pelo menos uma semana na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Fizeram parte da amostra 42 recém-nascidos prematuros, em que foi observada 69% os prematuros não receberam a colostroterapia, dos que receberam 14,2% teve a primeira administração apenas a partir do quarto dia pós-natal. A nutrição enteral trófica foi introduzida nas primeiras 24 horas de vida para 40,5% dos prematuros, desses 33% receberam o leite humano pasteurizado. Entre os prematuros que receberam nutrição enteral trófica no primeiro dia pós-natal, observou-se que 47,1% apresentaram muito baixo peso ao nascer. As práticas de suporte nutricional e imunológico apresentaram manejo heterogêneo na primeira semana de vida, com destaque para a baixa adesão à colostroterapia. Embora a Nutrição Enteral Trófica tenha sido iniciada nas primeiras 48 horas de em parte dos prematuros e a oferta de leite humano tenha demonstrado boa adesão, a elevada frequência de dieta zero pode sugerir a instabilidade clínica como importante barreira. Assim, a implementação de protocolos institucionais mostram-se essenciais para qualificar o manejo nutricional na primeira semana de vida dos prematuros.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67472
Appears in Collections:(TCC) - Nutrição

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