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Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67472

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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributor.advisorGONÇALVES, Fabiana Cristina Lima da Silva Pastich-
dc.contributor.authorARRUDA, Mikaella Gomes de-
dc.date.accessioned2026-01-07T22:09:05Z-
dc.date.available2026-01-07T22:09:05Z-
dc.date.issued2025-12-17-
dc.date.submitted2026-01-06-
dc.identifier.citationARRUDA, Mikaella Gomes de. COLOSTROTERAPIA E NUTRIÇÃO ENTERAL TRÓFICA COM LEITE HUMANO EM RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS ACOMPANHADOS EM UTI. 2025. 57 f. TCC (Graduação) - Curso de Nutrição, Centro Acadêmico de Recife, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67472-
dc.description.abstractA adoção de práticas como colostroterapia e nutrição enteral trófica nas primeiras 24 a 48 horas pós-natal em recém-nascidos prematuros, permite que componentes como imunoglobulinas e fatores bioativos atuem na proteção e maturação do sistema imunológico. Essas estratégias estimulam a motilidade intestinal e diminuem o risco de complicações como a enterocolite necrosante. O objetivo deste estudo foi descrever sobre a prática de Colostroterapia Orofaríngea e da Nutrição Enteral Trófica com leite humano em prematuros internados em UTI neonatal de um hospital escola de Pernambuco. Para tal, um estudo do tipo série de casos longitudinal foi realizado, a partir de dados obtidos dos prontuários eletrônicos de recém-nascidos prematuros internados entre os períodos de janeiro a agosto de 2023, e acompanhados por pelo menos uma semana na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Fizeram parte da amostra 42 recém-nascidos prematuros, em que foi observada 69% os prematuros não receberam a colostroterapia, dos que receberam 14,2% teve a primeira administração apenas a partir do quarto dia pós-natal. A nutrição enteral trófica foi introduzida nas primeiras 24 horas de vida para 40,5% dos prematuros, desses 33% receberam o leite humano pasteurizado. Entre os prematuros que receberam nutrição enteral trófica no primeiro dia pós-natal, observou-se que 47,1% apresentaram muito baixo peso ao nascer. As práticas de suporte nutricional e imunológico apresentaram manejo heterogêneo na primeira semana de vida, com destaque para a baixa adesão à colostroterapia. Embora a Nutrição Enteral Trófica tenha sido iniciada nas primeiras 48 horas de em parte dos prematuros e a oferta de leite humano tenha demonstrado boa adesão, a elevada frequência de dieta zero pode sugerir a instabilidade clínica como importante barreira. Assim, a implementação de protocolos institucionais mostram-se essenciais para qualificar o manejo nutricional na primeira semana de vida dos prematuros.pt_BR
dc.format.extent57 p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsembargoedAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectColostroterapiapt_BR
dc.subjectNutrição enteral tróficapt_BR
dc.subjectPrematurospt_BR
dc.subjectLeite humanopt_BR
dc.titleCOLOSTROTERAPIA E NUTRIÇÃO ENTERAL TRÓFICA COM LEITE HUMANO EM RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS ACOMPANHADOS EM UTIpt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7810772747176840pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7560318218256499pt_BR
dc.description.abstractxThe adoption of practices such as colostrum therapy and trophic enteral nutrition in the first 24 to 48 postnatal hours in premature newborns allows components such as immunoglobulins and bioactive factors to act in the protection and maturation of the immune system. These strategies stimulate intestinal motility and decrease the risk of complications such as necrotizing enterocolitis. The objective of this study was to describe the practice of oropharyngeal colostrum therapy and trophic enteral nutrition with human milk in premature infants admitted to the neonatal ICU of a teaching hospital in Pernambuco. To this end, a longitudinal case series study was conducted, based on data obtained from the electronic medical records of premature newborns admitted between January and August 2023, and followed for at least one week in the Neonatal Intensive Care Unit (NICU) of the Hospital das Clínicas of the Federal University of Pernambuco (HC-UFPE). The sample consisted of 42 premature newborns, of whom 69% did not receive colostrum therapy. Of those who did, 14.2% received their first administration only on the fourth postnatal day. Trophic enteral nutrition was introduced within the first 24 hours of life for 40.5% of premature infants; of these, 33% received pasteurized human milk. Among the premature infants who received trophic enteral nutrition on the first postnatal day, 47.1% presented very low birth weight. Nutritional and immunological support practices showed heterogeneous management in the first week of life, with low adherence to colostrum therapy being particularly noteworthy. Although trophic enteral nutrition was initiated within the first 48 hours in some premature infants, and the provision of human milk showed good adherence, the high frequency of nil-by-mouth disease may suggest clinical instability as a significant barrier. Thus, the implementation of institutional protocols is essential to improve nutritional management in the first week of life for premature infants.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências da Saúde::Nutriçãopt_BR
dc.degree.departament::(CCS-DNT) - Departamento de Nutriçãopt_BR
dc.degree.graduation::CCS-Curso de Nutriçãopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Aparece en las colecciones: (TCC) - Nutrição

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