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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67175
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| Título: | Construir "brechas" e caminhos: experiências sociais e negritude entre pessoas educadoras negras do Museu do Homem do Nordeste, Recife - PE |
| Autor(es): | BARROS, Jamille Maria Carvalho |
| Palavras-chave: | Educadores negros; Mediação; Negritude; Museu do Homem do Nordeste; Autoinscrição |
| Data do documento: | 22-Jul-2025 |
| Editor: | Universidade Federal de Pernambuco |
| Citação: | BARROS, Jamille Maria Carvalho. Construir "brechas" e caminhos: experiências sociais e negritude entre pessoas educadoras negras do Museu do Homem do Nordeste, Recife - PE. 2025. Dissertação (Mestrado em Antropologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Abstract: | Este trabalho, desenvolvido em interlocução com pessoas negras que atuam ou já atuaram como educadoras do Museu do Homem do Nordeste – Muhne, visa a uma análise a respeito das experiências sociais e da negritude. Partimos da compreensão desse museu como um dispositivo que colabora com a legitimação do pensamento social e museológico de Gilberto Freyre e do trabalho desenvolvido pelas e pelos interlocutores da pesquisa como movimento de negociação entre o que está exposto no museu e as ausências que consideram necessário evidenciar, a partir das narrativas que constroem. Em contraponto à concepção freyreana sobre as relações raciais no Brasil, nos anos de trabalho e pesquisa no Muhne foram observadas práticas que visavam ampliar e revisar os discursos em torno dessas relações, bem como a abordagem sobre demais marcadores sociais da diferença — atrelados a eixos como cultura popular, saberes originários, processos identitários e afins. O Muhne é aqui analisado, portanto, a partir de uma dinâmica relacional com as e os agentes que o mobilizam, ativam e reinventam através do trabalho de educação. A negritude constitui um elemento importante da análise; a pesquisa ampara-se nesse conceito desde seu sentido mais geral — o de qualidade ou condição de ser negro, posição social associada a características determinantes, fenotípicas, de uma racialidade negra — até o vasto panorama no qual o termo se inscreve, em torno de movimentos políticos de valorização da experiência de ser negro e de confronto à colonialidade. As relações observadas provocaram o questionamento: o que as oralituras negras construídas durante a mediação artístico-cultural evidenciam sobre a prática educativo-museal? O trabalho, portanto, evidencia a mediação cultural e infere sobre os processos de autoinscrição, escrevivência e negritude enquanto práxis cuja mediação é capaz de manifestar. Através de tais apontamentos, busca elaborar sugestões para uma conceituação dessas práticas plurais, abarcadas pela mediação cultural. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67175 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações de Mestrado - Antropologia |
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