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Título : Geperges Audre Lorde e processos emancipatórios : professoras e o enfretamento do racismo em espaços escolares.
Autor : SILVA, Eunice Pereira da
Palabras clave : Racismo na educação; Pesquisadores; Prática de ensino; Pós- colonialismo; Feministas negras; Pesquisa-ação em educação
Fecha de publicación : 2-jul-2021
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : SILVA, Eunice Pereira da. Geperges Audre Lorde e processos emancipatórios: professoras e o enfretamento do racismo em espaços escolares. 2021. Dissertação (Mestrado em Educação Contemporânea) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2021.
Resumen : Esta dissertação apresenta os resultados da pesquisa vinculada ao curso de Mestrado em Educação Contemporânea, do Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Federal de Pernambuco – Centro Acadêmico do Agreste e à linha de pesquisa Educação e Diversidade. Esta pesquisa parte da seguinte indagação: de que forma a participação em atividades desenvolvidas em grupo de pesquisa contribui na formação das professoras para o enfrentamento do racismo em sala de aula? Traçamos como objetivo geral: Compreender a partir da visão das professoras a relação entre a participação em grupo de pesquisa e suas práticas de enfrentamento do racismo em sala de aula. São os objetivos específicos: a) Identificar e caracterizar as atividades formativas que as professoras vivenciam no grupo de pesquisa voltadas para uma educação antirracista; b) Identificar as faces do racismo vivenciado pelas professoras em sala de aula; c) Analisar as práticas docentes de enfrentamento do racismo que se materializam pela influência da participação das professoras em grupo pesquisa. Esta reflexão se encontra alicerçada nos estudos pós-coloniais a partir dos conceitos de colonialismo/colonização, colonialidade e de seus eixos: poder, saber e ser (QUIJANO, 2000; MIGNOLO, 2005; GROSFOGUEL, 2007a; WALSH, 2007, 2012), que emergem das lutas dos movimentos sociais. Esta abordagem tem as culturas silenciadas como objeto de estudo, analisando os enfrentamentos políticos e epistêmicos frente às heranças coloniais que violaram/violam e negaram/negam as diferenças dos povos, sejam elas físicas, epistêmicas, culturais ou geográficas, e dialoga com o feminismo negro (COLLINS, 2016, 2019; GONZALEZ, 1984, 1988, 2011; HOOKS, 2013, 2015, 2018; CRENSHAW, 2002; LORDE, 2003), em aproximação dos pares conceituais Colonialidade e interseccionalidade. Para o levantamento bibliográfico, pautamos as fases dos procedimentos seguindo a lógica de Análise de Conteúdo via Análise Temática (BARDIN, 2004; VALA, 1999). As análises nos possibilitaram concluir que espaços formativos como grupos de pesquisa podem se configurar como lugar possível para o (re)conhecimento das marcas coloniais em nossa sociedade e, consequentemente, na sala de aula. Compreendemos, também, que o olhar das professoras orientado pelos seus diferentes saberes contribui para o enriquecimento de suas práticas pedagógicas docentes.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/42418
Aparece en las colecciones: Dissertações de Mestrado - Educação Contemporânea / CAA

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