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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4006
Título: Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas
Autor(es): CUNHA, Cybelle Regina Carvalho da
Palavras-chave: Cibercultura;Inclusão Digital;Inclusão Social;Jovens;Inclusão perversa e subalterna
Data do documento: 31-Jan-2010
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Regina Carvalho da Cunha, Cybelle; Auxiliadora Soares Padilha, Maria. Cibercultura e inclusão digital: perspectivas e concepções de jovens de escolas públicas. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Tecnológica, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Resumo: Esta dissertação tem o objetivo de analisar as concepções, perspectivas e dimensões da inclusão digital de jovens de escolas públicas de Pernambuco que participam de projetos dessa natureza. Apresenta uma discussão quanto à relação contemporânea da Cibercultura no contexto das tecnologias digitais mediadas pelas ações culturais da sociedade e da educação em relação a um determinado grupo social: jovens. Este é um grupo social influenciado pelos interesses do capital, na formação de uma mão de obra informatizada. O corpo teórico da dissertação apresenta discussões acerca da sociedade informacional para o contexto tecnológico do ciberespaço e da cibercultura, que passa a ter um impacto nas possibilidades de educação de jovens de escolas públicas. Discutimos também a inclusão digital e inclusão social como um processo informacional não tecnocrático, buscando perceber as concepções da inclusão social num processo de humanização e desumanização da inclusão digital, numa perspectiva de superação de uma inclusão perversa e subalterna das tecnologias a grupos sociais excluídos. Escolhemos como campo de análise dois projetos que promovem a inclusão digital para jovens de escolas públicas: O CLICidadão, do Espaço Ciência e o OJE - Olimpíadas de Jogos Digitais e Educação. Os sujeitos da pesquisa são jovens estudantes que participam desses projetos. Realizamos entrevistas semi-estruturadas, grupo focal e formulários online para capturar as perspectivas e concepções dos jovens. Analisamos os dados com o auxílio da técnica de Análise de Conteúdos, à luz de uma matriz pautada em quatro capitais: social, técnico, cultural e intelectual a partir de três dimensões: técnica, cognitiva e econômica. Essa matriz visualizada nas concepções e perspectivas dos jovens nos faz perceber as dimensões da pesquisa e dos projetos na informatização de estudantes jovens de escolas públicas. Chegamos à conclusão que os dois projetos pesquisados efetivam a inclusão digital, pois existe uma proposta de informatização aliada à formação dos jovens inscritos. No projeto CLICidadão percebemos que os jovens possuem uma concepção de inclusão digital que contempla as dimensões de análise. Quanto ao projeto OJE, percebemos que a concepção de inclusão digital aliada à inclusão social não contempla todas as dimensões de análise. O importante é perceber que os projetos vão além do aspecto técnico, mas ainda não possuem uma visão crítica de inclusão digital numa perspectiva totalmente emancipatória, pois, embora a dimensão da empregabilidade esteja aliada a outras dimensões, essa perspectiva ainda limita os jovens a uma inclusão subalterna e perversa
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4006
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Educação Matemática e Tecnológicas

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