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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/30672

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Título: Efeitos do óleo de coco e/ou do ambiente enriquecido sobre a excitabilidade cerebral e a peroxidação lipídica em ratos nutridos e hipernutridos durante o aleitamento
Autor(es): ALVES, Danielle Viana de Souza
Palavras-chave: Óleo de coco; Depressão alastrante da atividade elétrica cortical; Hipernutrição; Estresse oxidativo; Rato
Data do documento: 20-Fev-2018
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Abstract: Objetivo: Avaliar os efeitos da suplementação com óleo de coco extra virgem (OCV) e/ou da vivência em ambiente enriquecido (AE) sobre a depressão alastrante cortical (DAC) e a peroxidação lipídica em ratos adultos nutridos ou hipernutridos durante o aleitamento. Materiais e Métodos: Foram utilizados 85 animais da linhagem Wistar machos separados, durante o período de aleitamento, em dois grupos: nutrido (N) constituído de ninhada contendo nove, e, hipernutrido com ninhada composta de três filhotes. O período de suplementação decorreu do 7º ao 30º dia de vida, onde metade dos filhotes de cada grupo recebeu OCV (10 mg/kg/dia, por gavagem), e os demais receberam volume equivalente do veículo (V, cremophor a 0,009%). Ao 36º dia de vida, uma parte de cada grupo experimental (N-V, H-V, N-OCV, H-OCV) foram submetidos ao AE (uma sessão de três horas por dia, durante quatro semanas). Aos 90-120 dias de idade, realizou-se o registro da DAC; após registro, os animais foram sacrificados e o córtex cerebral foi processado para análise da peroxidação lipídica. Resultados: A suplementação com o OCV e a vivência no AE desaceleraram a velocidade de propagação da DAC tanto nos animais N, quanto nos H (p < 0,05). A hipernutrição per se também reduziu a velocidade de propagação da DAC. Os valores médios ± dp, em mm/min, foram: N-OCV = 3,27 ± 0,18; H-OCV = 2,65 ± 0,26; N-AE = 2,72 ± 0,22; H-AE = 2,54 ± 0,23; N = 3,57 ± 0,23; H = 2,99 ± 0,24. O AE aumentou a peroxidação lipídica no córtex cerebral dos animais N. Os dados (média ± dp), em nmol de MDA/mg de proteína, foram: N = 1,61 ± 0,53; N-AE = 2,33 ± 0,43. Conclusão: O OCV e o AE são intervenções capazes de reduzir a excitabilidade do cérebro independentemente do estado nutricional imposto durante o aleitamento. Esses efeitos aventam novas possibilidades terapêuticas em processos patológicos relacionados à DAC, tais como a epilepsia, doença neurológica caracterizada por descargas elétricas anormais e excessivas no cérebro de forma recorrentes, e a enxaqueca com aura, cefaleia periódica acompanhada de distúrbios visuais que antecedem a dor .
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/30672
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Nutrição

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