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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/29065
Título: Prevalência de hipersensibilidade alimentar e/ou ambiental e sinais e sintomas de disbiose intestinal em estudantes de nutrição de um centro universitário no interior de Pernambuco
Autor(es): SILVA, Milena da Paz
Palavras-chave: Microbioma Gastrointestinal; Disbiose; Intolerância Alimentar
Data do documento: 20-Dez-2018
Citação: SILVA, M. P.
Resumo: A microbiota intestinal é considerada um dos ecossistemas mais complexos, caracterizada por uma variedade de organismos vivos. Sua formação tem origem no nascimento e desempenham importantes funções para a manutenção do estado nutricional, auxiliando na digestão dos alimentos, em processos fermentativos e na produção de ácidos graxos de cadeia curta que são essenciais para a fisiologia normal do cólon. Quando esta microbiota apresenta um desequilíbrio, ou seja, o número de microrganismos patógenos excede o número de microrganismos benéficos, contribui para o surgimento de quadros de hipersensibilidade e o desenvolvimento de sinais e sintomas característicos do quadro clínico de disbiose. Avaliar a prevalência de hipersensibilidade alimentar e/ou ambiental e sinais e sintomas de disbiose intestinal em estudantes de Nutrição de um centro universitário no interior de Pernambuco. Trata-se de um estudo transversal com abordagem quantitativa aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Pernambuco - CAEE nº: 86166218.3.0000.5208; envolvendo 164 estudantes regularmente matriculados no curso de Nutrição, do Centro Acadêmico de Vitória da Universidade Federal de Pernambuco. Foram coletadas informações demográficas (idade, sexo) e classe socioeconômica, dados referentes a hipersensibilidade alimentar e/ou ambiental, aos sinais e sintomas de disbiose e consistência das fezes. Para tanto, foram utilizados os instrumentos: questionário de Critério de Classificação Econômica do Brasil, da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa; questionário de Rastreamento Metabólico e Escala de Fezes de Bristol, respectivamente. A idade mediana dos estudantes foi de 21 anos, tendo sido registrado uma maior frequência do sexo feminino (82,3%), o qual demonstrou 1,8 vezes mais chances do sexo feminino de apresentar hipersensibilidades. Associando o uso de medicamentos contínuo com a presença de hipersensibilidade, foi visto que os estudantes que faziam uso exibiam chances 1,5 vezes maiores de apresentarem algum tipo de hipersensibilidade. Ao analisar a seção sobre o trato digestivo foi verificado que 10,4% dos estudantes apresentaram pontuação igual ou maior a 10 pontos, ou seja, indicativo de hipersensibilidade alimentar e/ou ambiental. Os estudantes que apresentaram consistência de fezes inadequadas apresentaram pontuação 5 vezes mais alta na seção sobre o trato digestivo e 60,9% da amostra apresentavam mais de um sintoma gastrointestinal (arrotos, gases intestinais, sente-se inchado/abdômen distendido). A elevada prevalência de hipersensibilidade alimentar/ambiental nos estudantes do Curso de Nutrição, parece contribuir para uma forte presença dos sinais e sintomas característicos de disbiose, estando esses presentes tanto no trato digestivo quanto nas demais áreas do corpo.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/29065
Aparece na(s) coleção(ções):TCC - Nutrição

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