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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2880
Título: Avaliação tardia dos efeitos da derivação gástrica em Y de Roux em portadores de diabetes tipo 2 associada a obesidade moderada e grave: influência do reganho de peso no controle da diabetes
Autor(es): ARAÚJO JÚNIOR, José Guido Corrêa de
Palavras-chave: Obesidade;Diabetes mellitus tipo 2;Gastroplastia;Cirurgia bariátrica;Bypass gástrico;Reganho de peso
Data do documento: 31-Jan-2009
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Guido Corrêa de Araújo Júnior, José; Antônio Bandeira Ferraz, Alvaro. Avaliação tardia dos efeitos da derivação gástrica em Y de Roux em portadores de diabetes tipo 2 associada a obesidade moderada e grave: influência do reganho de peso no controle da diabetes. 2009. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Cirurgia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Resumo: Introdução: A derivação gástrica em Y de Roux (DGYR) oferece controle significativo da diabetes mellitus tipo 2, porém o reganho de peso pode ocorrer em 10 a 20% dos pacientes no pós-operatório tardio, e sua influência no controle glicêmico não está bem estabelecida. Objetivo: Avaliar o controle da diabetes em pacientes obesos e diabéticos que apresentaram reganho de peso após a DGYR. Método: Estudo longitudinal com dois grupos: grupo 1 (n=15): reganho de peso em seguimento pós-operatório tardio; grupo 2 (n=30): controle - sem reganho de peso após a DGYR. As avaliações foram realizadas em três períodos: pré-operatório, pós-operatório T1 (seguimento menor que 24 meses) e pós-operatório T2 (seguimento maior que 36 meses). O reganho de peso foi definido como um IMC maior que 35Kg/m2 no pós-operatório T2. Resultados: Pacientes do grupo 1 apresentaram percentual de perda do excesso de IMC de 44,5% contra 89,8% nos pacientes do grupo 2 (p < 0,05) no pós-operatório T2. Em ambos os grupos, houve redução significante da glicose de jejum e do uso de medicações para a diabetes nos dois momentos de pós-operatório. Na comparação entre os grupos, o controle glicêmico foi semelhante nos três períodos. O percentual de remissão completa da DM foi de 73,3% no grupo 1 e de 80% no grupo 2 em pós-operatório tardio (p>0,05). Os pacientes do grupo 1 apresentaram maiores resistência insulínica e estimativa de função de célula beta. Conclusão: O reganho de peso não comprometeu de forma significante o controle glicêmico após a DGYR em um seguimento médio de 64,8 meses
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/2880
Aparece na(s) coleção(ções):Teses de Doutorado - Cirurgia

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