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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/23916
Título: Influência da mídia sobre o comportamento alimentar e imagem corporal em universitários
Autor(es): SILVA, Gesikelly Lopes da
Palavras-chave: Imagem Corporal; Comportamento alimentar; Meios de Comunicação de Massa
Data do documento: 9-Mar-2018
Citação: SILVA, G. L.
Resumo: A mídia impõe contradições quando transmite apelo por hábitos de vida saudáveis, culto a magreza e simultaneamente veicula propagandas que estimulam o consumo de alimentos calóricos. O avanço nos índices de insatisfação corporal é notório e o poder midiático favorece a elevação desses indicadores quando impõe padrões ideais de imagem corporal, propiciando o desenvolvimento de comportamentos alimentares de risco. O presente estudo objetivou avaliar a influência da mídia sobre o comportamento alimentar e a insatisfação com a imagem corporal em universitários. A população do estudo foi composta por universitários dos cursos de Nutrição, Licenciatura em Educação Física e Bacharelado em Educação Física, da Universidade Federal de Pernambuco, Centro Acadêmico de Vitória. A coleta de dados foi realizada através de questionários autoaplicáveis: dados socioeconômicos (questionário de Classificação Econômica - ABEP, sexo, idade); Eating Attitudes Test - EAT-26; Escala de Silhueta de Stunkard; Body Shape Questionnaire – BSQ; Questionário Sociocultural Attitudes Towards Appearance Scale, terceira versão SATAQ-3; e avaliação antropométrica: peso e altura, para calculo do IMC. As análises estatísticas ocorreram utilizando o software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 13.0. Foram analisados 128 graduandos, 43 do curso de Nutrição, 43 do curso de Licenciatura em Educação Física e 42 do curso de Bacharelado em Educação Física, sendo 53,9% do sexo masculino. 57,8% classificaram-se em estado nutricional normal, 11,7% com baixo peso e 30,5% em excesso de peso. A prevalência de comportamento de risco para transtornos alimentares foi de 5,5%. De acordo com o BSQ, 6,2% apresentaram algum grau de preocupação e insatisfação corporal. Conforme a escala de silhuetas, 30,5% exibiram distorção da imagem corporal e 26,6% se encontravam insatisfeitos. Quanto ao SATAQ-3, 48,8% apresentou alta internalização dos padrões socioculturais na imagem corporal. Os participantes apresentaram baixa prevalência de padrões alimentares de risco e insatisfação corporal, embora uma parcela razoável demonstrasse distorção corporal. Existe uma alta internalização de padrões socioculturais pré-estabelecidos.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/23916
Aparece na(s) coleção(ções):TCC - Nutrição

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