Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/23872
Título: Consumo de cálcio e vitamina D de idosas participantes do projeto cintura fina
Autor(es): FALCÃO, Jardiane Batista
Palavras-chave: Nutrição do Idoso; Avaliação nutricional – idoso; Educação Alimentar e Nutricional
Data do documento: 28-Fev-2018
Citação: FALCÃO, J. B.
Resumo: Introdução: O consumo de cálcio e vitamina D vem decaindo na população brasileira, especialmente nos idosos. Esses nutrientes apresentam importância significativa na saúde óssea e suas deficiências estão associadas a maior risco de desenvolvimento de doenças ósseas como osteopenia e osteoporose. Objetivo: Avaliar o consumo alimentar de cálcio e vitamina D das idosas participantes do projeto cintura fina da cidade de Vitória de Santo Antão-Pernambuco. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal, de intervenção, com idosas, acima de 60 anos. Os dados foram coletados através de questionário formulado para a pesquisa. Foram coletadas variáveis sócio demográficas, clínicas, antropométricos, para diagnóstico do estado nutricional e risco cardiovascular, e dados alimentares. Resultados: O estudo contou com 17 idosas com média de idade 70,4 (± 6,5) anos, todas do sexo feminino. A maioria tinha idade acima de 80 anos, viúvas, com ensino fundamental incompleto e renda maior que um salário mínimo. Quanto ao estado nutricional verificou-se que 58,8% encontram-se com excesso de peso pelo índice de massa corporal e 47,1% pela dobra cutânea tricipital, porém 58,8% estavam eutróficas pela circunferência do braço,88,2% pela circunferência muscular do braço e 100% pela circunferência da panturrilha. Quanto ao risco de desenvolver doenças cardiovasculares, constatou-se que 70,6% tinham risco muito aumentado pela circunferência da cintura e 82,4% risco aumentado pela relação cintura quadril. O consumo alimentar evidenciou que a maioria consome caloria e cálcio abaixo do recomendado, proteínas em excesso, carboidrato e lipídeos adequados e todas as usuárias consomem vitamina D abaixo do recomendado.Em relação a aspectos clínicos a maior parte das participantes alegou sentir dor nos ossos, porém a maioria não foi diagnosticada com osteoporose ou osteopenia e utiliza ou já utilizaram suplemento de cálcio e/ou vitamina D. O questionário de frequência alimentar verificou que em relação ao consumo diário de leite e derivados, 52,9% (n=9) consome apenas 1 porção diária, 29,4% das idosas estudas (n=5) não consomem nenhuma porção, 11,76% (n=2) consome 2 porções e apenas 5,88% (n=1) consume 3 porções. Os alimentos fontes de cálcio e/ou vitamina D que são consumidos diariamente são leite (44%), queijo (28%), couve (5%), iogurte (17%) e atum (6%).Das usuárias, 5,8% relataram nunca comer queijo; 11,7% leite e sardinha; 17,6% ovo de galinha; 23,5% iogurte e bacalhau; 29,4% fígado e couve; 35,2% coxão mole; 41,1% coxão mole e camarão; 47,0% castanha do Brasil e atum; 58,8% espinafre e salmão; 70,5% pescada, 94,1% gergilim e amêndoa; e 100% não consomem ostra.Conclusão: Observou-se baixo consumo de cálcio e vitamina D na população estudada.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/23872
Aparece na(s) coleção(ções):TCC - Nutrição

Arquivos deste item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
FALCÃO, Jardiane Batista.pdf2,96 MBAdobe PDFVer/Abrir


Este arquivo é protegido por direitos autorais



Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons