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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18738
Título: “Roda de capoeira é campo de mandinga...” : experiência dos capoeiristas do Recife para afirmação do jogo da capoeira na cidade nos anos de 1980
Autor(es): CORDEIRO, Izabel Cristina de Araújo
Palavras-chave: Capoeira;patrimônio imaterial;educação;cultura negra;Capoeira;intangible heritage;education and Black culture
Data do documento: 22-Fev-2016
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: A Capoeira, prática polissêmica e multifacetada, reconhecida pelo IPHAN, desde 2008, como Patrimônio Imaterial do Brasil é uma das expressões populares de inserção internacional, que mais resguarda os saberes e fazeres das culturas que formaram o povo brasileiro. Rompendo barreiras sociais, culturais e políticas foi também reconhecida pela UNESCO, em 2014, como Patrimônio da Humanidade. Todo o processo de inventário, registro e reconhecimento que a Capoeira vem recebendo nos últimos anos não rompem com os preconceitos e formas de descriminação que ainda sofrem os capoeiristas no Brasil. Daí a importância de pesquisar, conhecer e dar visibilidade as experiências dos capoeiristas, contadas a partir de suas memórias e histórias de vida. É nesse sentido que este trabalho de tese se coloca, buscando sistematizar, a partir do diálogo de fontes orais e escritas, referências históricas da presença dos capoeiristas na cidade do Recife. O recorte temporal escolhido é a década de 1980, momento em que no emaranhado dos processos de redemocratização e afirmação dos grupos culturais no Brasil, os capoeiristas do Recife lançaram mão de várias táticas e astúcias para legitimar o jogo da Capoeira na cidade. O presente texto, tecido com as referências teóricas e metodológicas da história e outras ciências humanas e sociais, narra algumas experiências dos capoeiristas do Recife que levaram a Capoeira a ser reconhecida e utilizada em espaços formais da cidade, como uma luta, esporte, dança e objeto e veículo de educação. Experiências estas que acabaram por construir espaços para outras formas de sociabilidade, contribuindo para referendar modos de se fazer gente, presentes na cultura negra em Recife.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18738
Aparece na(s) coleção(ções):Teses de Doutorado - História

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