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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1735
Title: Produção de fruto-oligossacarídeose aspectos da biosseparação das frações leves de levana hidrolisada
Authors: Gisele de Oliveira Coimbra, Cynthia
Keywords: Frutanos;Carboidratos
Issue Date: 2006
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Gisele de Oliveira Coimbra, Cynthia; Maria Torres Calazans, Glicia. Produção de fruto-oligossacarídeose aspectos da biosseparação das frações leves de levana hidrolisada. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia de Produtos Bioativos, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
Abstract: Este trabalho foi realizado com o objetivo de comparar e estudar a produção fermentativa e a enzimática de fruto-oligossacarídeos, bem como estudar formas de biosseparação das frações leves de levana. No estudo da produção de FOS por fermentação, foram testadas temperaturas de 30, 35 e 40ºC, parâmetro de forte influência no tamanho das cadeias formadas. Para a produção enzimática, a levanassacarase foi submetida a diferentes condições de temperatura, de pH e de concentração de sacarose. A purificação das frações leves de levana, tanto pelo método clássico de adição de um não-solvente quanto por partição em três fases, foi estudada. Os resultados obtidos mostraram que a melhor temperatura para a produção de FOS por via fermentativa e mais favorável à atividade de transfrutosilação da levanassacarase é de 40ºC, dentre as testadas. Nos processos fermentativos, a temperaturas que favorecem a produção de oligossacarídeos são contrárias às que favorecem a produção de levana. A construção de diagramas ternários para os sistemas água / fração de levana / etanol mostrou que as curvas de solubilidade das referidas frações neste sistema apresentaram-se diferentes do esperado. No entanto, evidenciou-se a eficiência do método, uma vez que pode ser aplicado em soluções bastante diluídas de frações leves de levana. Nos sistemas de partição em três fases testados para a recuperação da levana total e das frações leves da levana hidrolisada, os rendimentos foram muito baixos. O melhor rendimento obtido foi para a fração 90, da qual se recuperou uma porção de 27% do total do carboidrato. É possível que este rendimento possa ser elevado após um estudo de otimização do método
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1735
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Biotecnologia Industrial

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