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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/16968
Título: O uso do sensoriamento remoto como recurso didático nas aulas de geografia do ensino médio: desafios e possibilidades para uma ação pedagógica
Autor(es): BORGES, Gustavo Marques
Palavras-chave: Geografia; Geografia - estudo e ensino; Material didático; Satélites - imagens
Data do documento: 17-Ago-2015
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Resumo: A presente dissertação é resultado de uma investigação que procurou analisar os mecanismos de ação docente diante da utilização das ferramentas e produtos de Sensoriamento Remoto, por parte dos professores do ensino médio, da rede pública de ensino em Recife, nas aulas de Geografia. Partiu-se da hipótese central que embora o uso de imagens de satélites e fotografias aéreas sejam muito utilizados pela mídia, em filmes, em atlas e em muitos livros didáticos, que ilustram e exemplificam diversos conteúdos curriculares com as imagens de satélite, poucos educadores ainda exploram o Sensoriamento Remoto como recurso didático, tornando-se um campo de possibilidades e desafios para a construção de aprendizagens e saber fazer. O objetivo geral da pesquisa foi analisar o uso do Sensoriamento Remoto, por parte dos professores do ensino médio, da rede pública de ensino em Recife, nas aulas de Geografia e sua relação com o desenvolvimento de competências para apreensão dos conceitos geográficos. A pesquisa partiu dos seguintes questionamentos: Qual é a base de conhecimento e a formação do professor de Geografia do ensino médio em Sensoriamento Remoto? Quais as dificuldades dos professores para a utilização do Sensoriamento Remoto nas aulas? As escolas oferecem recursos para o uso dessa ferramenta? Quais ferramentas, além do Sensoriamento Remoto, que tem sido utilizadas pelos professores, nas aulas, para a análise das mudanças e transformações ocorridas no espaço? Os resultados da pesquisa mostram que a razão principal pela qual a maioria dos professores não utilizam os produtos do Sensoriamento Remoto, em especial as imagens orbitais, em suas aulas, não é a falta de infraestrutura física e computacional das escolas pesquisadas, mas sim por falta de conhecimentos técnicos e pedagógicos acerca da tecnologia uma vez que embora a maioria das escolas pesquisadas tenham estrutura física e computacional que permitam o uso do Sensoriamento Remoto nas aulas de Geografia, muitos professores não tem feito uso desta tecnologia e que os mesmos utilizam como recurso didático, para análise espacial, mapas em papel. Identificou-se, também, que existe, por parte dos professores, o interesse em aprender, e utilizar, os produtos do Sensoriamento Remoto em suas aulas, mas que muitos ainda não o tem feito por diversas razões, tais como: a excessiva carga de trabalho que levam para casa diariamente, a grande quantidade de aulas ministradas em um mesmo dia o que demanda tempo para elaborar aulas mais dinâmicas.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/16968
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Geografia



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