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Título: Associação Entre Transtornos Alimentares, Fatores Orexígenos, Anorexígenos, Perinatais e Neonatais em Universitários
Autor(es): PRADO, Mara Cristina Lofrano do
Palavras-chave: Anorexia nervosa; Bulimia nervosa; Compulsão alimentar; Citocinas; Perinatologia
Data do documento: 31-Jan-2012
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: PRADO, Mara Cristina Lofrano. Associação entre transtornos alimentares e fatores orexígenos, anorexígenos, perinatais e neonatais em universitários. Recife, 2012. 122 f. Tese (doutorado) - UFPE, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-graduação em Nutrição, 2013.
Resumo: Objetivo: Verificar a prevalência de sintomas de transtornos alimentares em jovens universitários e explorar a relação entre fatores perinatais/neonatais e concentrações circulantes de peptídeos com sintomas de transtornos alimentares. Métodos: Estudo transversal conduzido com quatrocentos e oito estudantes universitários (125 homens e 283 mulheres), com idade entre 18 e 23 anos e regularmente matriculados no primeiro semestre de cursos da área da saúde. A presença de sintomas de transtornos alimentares, bem como a insatisfação com a imagem corporal, foram estimadas através de questionários auto-aplicáveis (EAT-26, BITE, BES e BSQ). Informações sobre peso ao nascer, amamentação, complicações obstétricas, idade da mãe no parto e ordem de nascimento foram auto reportadas pelos voluntários após consulta aos pais. A concentração circulante de insulina, leptina, PYY, ghrelina, adiponectina, IL-6 e IL-10 foram determinadas com a utilização de kits comerciais de Elisa. Resultados: Foram verificados sintomas de TA em 32,5% (95%IC 27,2 - 38,1%) das mulheres e em 18,4% (95%IC 12,3 - 25,9%) dos homens. Os resultados revelaram que a idade materna no momento do parto, bem como complicações obstétricas elevam as chances dos indivíduos apresentarem sintomas de anorexia (OR = 0,37; 95%IC 0,17 - 0,83) e bulimia (OR = 2.62; 95%IC 1,03 – 6,67), respectivamente. Adicionalmente, foi encontrada maior concentração sérica de IL-6 (p=0,03) e leptina (p<0.00) nas estudantes com sintomas de TA, quando comparadas aos seus pares sem sintomas. Os resultados demonstraram haver uma associação positiva entre IL-6, leptina e sintomas de TA. Conclusão: Os resultados do presente estudo reportam uma significativa presença de sintomas de TA em estudantes universitários da área da saúde, e sugerem uma possível interferência de fatores perinatais e neonatais sobre o desenvolvimento de comportamentos alimentares inapropriados, bem como associação positiva entre a concentração circulante de IL-6 e leptina com sintomas de TA.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12045
Aparece na(s) coleção(ções):Teses de Doutorado - Nutrição

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