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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11575
Título: Estudo de estabilidade da encosta Alto do Padre Cícero no município de Camaragibe-PE
Autor(es): Silva Lins de Albuquerque Magalhaes, Joany
Palavras-chave: Estabilidade; Encosta; Formação Barreiras
Data do documento: 30-Ago-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: MAGALHÃES, Joany Silva Lins de Albuquerque. Estudo de estabilidade da encosta Alto do Padre Cícero no município de Camaragibe - PE. Recife, 2013. 105 f. Dissertação (mestrado) - UFPE, Centro de Tecnologia e Geociências, Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil, 2013
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo estudar o comportamento geotécnico da encosta do Alto do Padre Cícero quanto à estabilidade de taludes. Foi realizada revisão bibliográfica sobre movimentos de massa, suas ocorrências e métodos de cálculos para análise de estabilidade. Foram identificados os condicionantes climáticos e geológicos. Realizados levantamentos topográficos para obter a geometria da encosta e ensaios de campo para prospecção do perfil geotécnico. Os parâmetros geotécnicos da encosta foram definidos a partir da coleta de amostras e ensaios de laboratório tais como caracterização física, difatogramas de raios-X, curva característica, condutividade hidráulica, ensaio edométrico e cisalhamento direto. A unidade geológica da encosta foi classificada como Formação Barreiras. As amostras coletadas foram classificadas como argila areno-siltosa e o argilo-mineral preponderante foi a caulinita. O efeito da água nos parâmetros de resistência é avaliado a partir da comparação entre ensaios realizados em amostras na condição natural e na condição inundada, simulando o efeito de precipitações intensas. As análises de estabilidade apresentaram fatores de segurança na condição natural e inundada, respectivamente, de 1,69 e 1,15 no topo, 1,80 e 1,69 na meia encosta e 2,28 e 1,34 na base e 1,72 e 1,46 para ruptura generalizada. Os fatores de segurança de 1,15 para potencial de ruptura no topo e 1,34 na meia encosta encontram-se abaixo do valor mínimo recomendado para áreas de alto risco de perda de vidas humanas.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11575
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Engenharia Civil

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