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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10820
Título: O novo perfil da relação fiscal: os limites de revisão dos “autolançamentos” elisivos pela administração fazendária
Autor(es): DANTAS, Rodrigo Numeriano Dubourcq
Palavras-chave: Relação fiscal; Autolançamentos elisivos; Função administrativa; Segurança jurídica; Poder de tributar
Data do documento: 4-Jun-2013
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: DANTAS, Rodrigo Numeriano Dubourcq. O novo perfil da relação fiscal: os limites de revisão dos “autolançamentos” elisivos pela Administração Fazendária. 2013195 f. Dissertação (Mestrado em Direito) – Programa de Pós-Graduação emDireito, Centro de Ciências Jurídicas / FDR, Universidade Federal dePernambuco, Recife, 2013.
Resumo: Este trabalho se propõe a analisar a viabilidade dogmática, à luz do ordenamento jurídico vigente no Brasil, das práticas lícitas de economia fiscal, levadas, a conhecimento da Administração, por meio de “autolançamentos”. Procurou-se demonstrar que o Direito Tributário pátrio foi estruturado para fornecer segurança às relações jurídicas, nele, inspiradas. Sob uma perspectiva estática, assentou-se que as normas fiscais foram elaboradas a partir de conceitos jurídicos classificatórios. Isto para que, dinamicamente, a incidência destas se opere, unicamente, sobre os suportes fáticos identificados, previamente, pelo legislador, como aptos à produção de efeitos jurídicos. À luz da constitucionalização do Direito, com apoio nos princípios da legalidade, da segurança jurídica e da livre iniciativa, afirmou-se que ditos “autolançamentos”, quando elisivos, não estariam sujeitos à revisão ilimitada de seus conteúdos pelos agentes fazendários; especialmente quando considerado, contemporaneamente, o protagonismo dos contribuintes no que tange à constituição de seus próprios débitos para com o Erário – o que conferiu novos contornos à relação fiscal, cada vez mais voltada à cooperação entre a Fazenda Pública e os particulares. Defendeu-se, por fim, a necessidade de preservar a confiança daqueles, cujos atos, porque amparados no bloco de juridicidade vigente, deverão receber a guarida do Estado, daí porque questionável, na praxis fazendária nacional, a aplicação de teorias que justificam a revisão de “autolançamentos” com base em normas gerais e / ou critérios extrajurídicos
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10820
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