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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9796
Título: Princípio da autonomia: do conhecimento à práxis na oncologia pediátrica
Autor(es): BUSHATSKY, Magaly
Palavras-chave: Oncologia Pediátrica
Data do documento: 2005
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Bushatsky, Magaly; Clara Feitosa de Albuquerque, Maria. Princípio da autonomia: do conhecimento à práxis na oncologia pediátrica. 2005. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2005.
Resumo: A autonomia pode ser entendida como a capacidade de cada pessoa atuar com conhecimento de causa e sem coação externa para fornecer espontaneamente seu consentimento. A abordagem do princípio da autonomia, na visão de Beauchamp e Childress, tem suscitado discussões e estimulado reflexões sobre os valores fundamentais da vida, do ser humano e dos profissionais de saúde no exercício da cidadania. Este trabalho objetivou: Investigar a percepção do princípio da autonomia pelos profissionais de saúde de nível superior que exercem suas atividades profissionais no serviço de oncologia pediátrica de um Hospital Universitário da cidade do Recife; identificar, na prática, a utilização deste princípio e investigar as relações de poder existentes na prática destes profissionais, enquanto equipe multidisciplinar. Foi utilizada a pesquisa do tipo exploratória e descritiva com abordagem qualitativa. A amostra constou de 13 profissionais de saúde. Os instrumentos para coleta dos dados foram a observação participante e a entrevista semi-estruturada. Para avaliar os resultados optou-se pela análise de conteúdo de Bardin. Foram encontradas quatro categorias: autonomia do paciente, prática profissional de saúde, paciente e família, relação de poder, bioética: ensino e dimensão social. A análise das entrevistas permitiu constatar uma certa deturpação no conhecimento e utilização do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, com alguns profissionais ainda impregnados do sentimento de poder. A insuficiência de área física em relação à grande demanda de pacientes, agravada pelo atendimento simultâneo por diferentes profissionais, dificulta a comunicação e interação da equipe com os pacientes e familiares. Internamente, a interdisciplinaridade deveria ser melhor trabalhada pelos diferentes profissionais que integram a equipe de saúde, de tal modo que sua atuação constituísse, na prática, o reflexo dos princípios da bioética vivenciados em conjunto, objetivando oferecer, ao paciente, o melhor atendimento possível
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9796
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Saúde da Criança e do Adolescente

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