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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9629
Título: 226Ra, 228Ra e 40K em incrustações formadas em caldeiras de instalações industriais do estado de Pernambuco
Autor(es): Poggi, Claudia Miriam Braga
Palavras-chave: Incrustações; Radionuclídeos naturais; Espectrometria gama.
Data do documento: 31-Jan-2011
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Miriam Braga Poggi, Claudia; Abrahao Hazin, Clovis. 226Ra, 228Ra e 40K em incrustações formadas em caldeiras de instalações industriais do estado de Pernambuco. 2011. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Energéticas e Nucleares, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2011.
Resumo: A geração de vapor é um procedimento comum em muitas indústrias, independente de seu produto final ou atividade. O vapor é produzido em caldeiras, sendo enviado através de tubulações para máquinas e equipamentos utilizados nos diferentes setores das instalações industriais. A água utilizada nesses processos é de origem subterrânea, possuindo altas concentrações de sais, que podem co-precipitar junto com elementos radioativos naturais, gerando incrustações radioativas e que se depositam nas tubulações, levando à perda da eficiência de produção de vapor e aumento do consumo de combustível. Além do mais, radionuclídeos de ocorrência natural (NORM) podem ser tecnologicamente aumentados, gerando as incrustações radioativas. Neste contexto, este trabalho objetivou determinar as concentrações de 226Ra, 228Ra e 40K, radionuclídeos naturais comumente encontrados em incrustações geradas em indústrias, em amostras de incrustação retiradas de caldeiras nas cidades de Caruaru, Paulista e Goiana, no estado de Pernambuco. Foram realizadas também análises complementares das concentrações de cálcio, magnésio e bário presentes nas amostras de incrustação, a fim de verificar a existência de possível correlação entre esses elementos e os radionuclídeos estudados. Os resultados obtidos para concentrações em atividade nas amostras de incrustações variaram entre < 1,36 (LD) e 1328,00 ± 23,00 Bq.kg-1 para o 226Ra e entre < 1,78 (LD) e 265,00 ± 8,00 Bq.kg-1 para o 228Ra. As concentrações para o 40K variaram entre < 14,60 (LD) até 288,00 ± 11,00 Bq.kg-1. Esses valores de concentrações em atividade foram inferiores ao valor estabelecido pelas Normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9629
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Tecnologias Energéticas e Nucleares

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