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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9550
Título: Peso ao nascer e proporcionalidade corpórea aos oito anos de idade, em crianças da Zona da Mata Meridional de Pernambuco
Autor(es): Ferreira Dantas, Henrique
Palavras-chave: Estado nutricional; Baixo peso ao nascimento; Prega cutânea tricipital; Condições socioeconômicas familiares; Crescimento
Data do documento: 2006
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Ferreira Dantas, Henrique; de Carvalho Lima, Marilia. Peso ao nascer e proporcionalidade corpórea aos oito anos de idade, em crianças da Zona da Mata Meridional de Pernambuco. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
Resumo: Introdução: a avaliação do estado nutricional e do crescimento infantil são ações da prática pediátrica, e o seu melhor conhecimento favorece a adoção de medidas que permitem corrigir os seus desvios e melhorar as condições de vida da criança e suas famílias. Objetivos: no primeiro capítulo, revisar os fatores que interferem no crescimento na infância, dando ênfase ao problema do baixo peso ao nascer, por sua reconhecida importância nesse processo. Foram também revisados os principais indicadores antropométricos usados na avaliação da proporcionalidade corpórea. No segundo capítulo, verificar a influência do peso ao nascer de crianças nascidas a termo, e de fatores socioeconômicos e biológicos, sobre o estado nutricional, aos oito anos de idade, avaliado através da espessura da prega cutânea tricipital. Método: no capítulo de revisão foram utilizadas informações coletadas a partir de artigos científicos indexados nos bancos Lilacs, Scielo e Medline, em livros e teses de pós-graduação. O estudo do artigo original foi realizado a partir de um corte transversal em uma coorte inicial de 375 crianças, da qual foram estudadas 213, sendo 86 com baixo peso ao nascimento (BPN) e 127 com peso adequado. Aos oito anos de idade foram medidas a espessura das pregas cutâneas tricipital e subescapular e a circunferência do braço, e as mães foram entrevistadas quanto às condições socioeconômicas e ambientais familiares e tiveram o peso e a altura medidos. Resultados: a revisão da literatura evidenciou a multicausalidade do crescimento infantil e os principais indicadores antropométricos utilizados na sua avaliação. No artigo original observou-se que as crianças com BPN apresentaram médias menores em todos os indicadores nutricionais estudados, embora essa relação só tenha apresentado associação estatisticamente limítrofe (p=0,06) em relação à área muscular do braço. Encontrou-se ainda associação significante da média da espessura da PCT dos escolares com os fatores socioeconômicos familiares, representados pela renda familiar, escolaridade materna e posse de alguns bens domésticos. O mesmo foi observado em relação à ocorrência de hospitalização da criança, no ano anterior ao estudo, e com o estado nutricional materno, avaliado através do índice de massa corpórea. Conclusão: os fatores socioeconômicos eambientais familiares, o índice de massa corpórea materno e a ocorrência prévia de hospitalização da criança tiveram uma influência maior no estado nutricional de escolares nascidos a termo, avaliados através do depósito de gordura subcutânea, do que o peso ao nascer
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9550
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Saúde da Criança e do Adolescente

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