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Título: Fundamentação histopatológica das alterações de imagem por ressonância magnética das lesões no sistema nervoso central de pacientes com Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e Neurotoxoplasmose
Autor(es): Ronaldo Lessa Angelo Júnior, José
Palavras-chave: Toxoplasmose Cerebral; Síndrome da Imunodeficiência Adquirida; Imagem por ressonância magnética; Histologia
Data do documento: 2006
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Ronaldo Lessa Angelo Júnior, José; José Vieira De Mello, Roberto. Fundamentação histopatológica das alterações de imagem por ressonância magnética das lesões no sistema nervoso central de pacientes com Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e Neurotoxoplasmose. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Patologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
Resumo: Objetivos: O objetivo desse estudo foi fundamentar, do ponto de vista histopatológico, as principais alterações da RM nas lesões dos pacientes com neurotoxoplasmose. Pacientes e métodos: Vinte pacientes com SIDA e sintomatologia neurológica foram examinados em dois equipamentos de RM com 1,0 e 1,5T. Utilizamos critérios de diagnóstico presuntivo clínico-radiológico-terapêutico. Realizamos imagens em diferentes planos ortogonais, antes e após o contraste venoso. Avaliamos os exames quanto a presença de lesão focal; número e localização; tipo de realce após o contraste venoso, a presença do sinal do alvo excêntrico. Foram selecionados 2 dentre 23 casos de arquivo de necropsias, baseados na sobreposição das representações macro e microscópica das lesões com as imagens de RM mais representativas da doença. O critério diagnóstico histológico foi a presença do pseudocisto parasitário. Resultados: A análise comparativa das características histopatológicas das lesões da neurotoxoplasmose com as observadas nas imagens de RM, permitiram fundamentar os componentes dessas lesões. A zona central das lesões, hipointensas em T1 na RM e que não impregnavam pelo contraste venoso, correspondia a área de necrose coagulativa. A zona intermediária de sinal variável em T1 e T2 e que impregnava pelo contraste venoso correspondia a reação inflamatória, observando-se também alguns focos de hemorragia. A zona periférica, hipointensa em T1 e hiperintensa em T2, relacionava-se a edema (espongiose). Observamos uma reentrância do halo hiperêmico na área de necrose, correspondendo histologicamente a zona intermediária. Esse detalhe correlacionou-se com o sinal do alvo excêntrico descrito nas imagens de RM e chamado nesse artigo de sinal da península. Conclusão: A análise descritiva das alterações observadas nas imagens de ressonância magnética, confrontadas com os fundamentos histopatológicos que as justificam, possibilitaram sugerir um padrão lesional mais representativo da lesão da neurotoxoplasmose, permitindo maior acurácia no seu diagnóstico
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8969
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Patologia

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