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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8914
Título: Uso do colposcópio em cavidade oral (Oroscopia) como método auxiliar ao diagnóstico das alterações da mucosa oral em 50 pacientes portadoras de infecção pelo HPV na cérvix uterina
Autor(es): Micaeli Costa Ferreira, Ana
Palavras-chave: Oroscopia; Cavidade Oral; HPV
Data do documento: 2003
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Micaeli Costa Ferreira, Ana; do Carmo Carvalho de Abreu-e-Lima, Maria. Uso do colposcópio em cavidade oral (Oroscopia) como método auxiliar ao diagnóstico das alterações da mucosa oral em 50 pacientes portadoras de infecção pelo HPV na cérvix uterina. 2003. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Patologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2003.
Resumo: Evidências clínicas e epidemiológicas têm sugerido que a infecção genital causada pelo papilomavírus humano (HPV) pode ser generalizada e freqüentemente responsável por infecções clinicamente indetectáveis em outras mucosas. A colposcopia associada à citologia esfoliativa têm sido importantes métodos para detecção e diagnóstico das lesões pré-malignas e do câncer do colo uterino. Entretanto, o uso da colposcópio em cavidade oral (Oroscopia) para detecção de lesões incipientes na mucosa oral é ainda pouco estudado. O objetivo do presente estudo foi avaliar a eficácia da utilização do instrumento conhecido como colposcópio como meio auxiliar de diagnóstico das alterações epiteliais na mucosa oral em pacientes portadoras de lesões indicativas de infecção pelo HPV localizadas no colo uterino. Foram aleatoriamente selecionadas 50 pacientes portadoras de infecção por HPV em mucosa cervical provenientes do Serviço de Colposcopia do Hospital das Clínicas do Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal de Pernambuco. As pacientes foram submetidas à investigação da cavidade oral através de inspeção visual, oroscopia e citologia esfoliativa. As pacientes avaliadas tinham em média 33.5 anos de idade, variando de 19 a 50 anos. Do total, 24 tinham lesão intraepitelial escamosa de baixo grau e 26 de alto grau. As pacientes relataram em média terem tido 3,4 parceiros sexuais variando de 1 a 9 parceiros. Não foi observada nenhuma alteração na mucosa oral das pacientes avaliadas. O uso do colposcópio na cavidade oral (oroscopia) permite a visualização das mucosas labiais superior e inferior, mucosa jugal, língua, assoalho e palato duro, em seu terço médio. Houve limitações na observação da área tonsilar. Não foi encontrada associação entre lesão escamosa intra-epitelial cervical de baixo e alto grau e a idade, número de parceiros sexuais, idade da primeira relação sexual e prática de sexo oral
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8914
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Patologia

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