Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8633

Compartilhe esta página

Título: Nutrição, eletroestimulação periférica e desenvolvimento cerebral: estudo eletrofisiológico e comportamental em ratos jovens e adultos
Autor(es): SILVA, Katia Karina do Monte
Palavras-chave: Neuroplasticidade; Desenvolvimento cerebral; Desnutrição; Depressão alastrante; Eletroestimulação periférica
Data do documento: 2006
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Karina do Monte Silva, Katia; Carlos Araújo Guedes, Rubem. Nutrição, eletroestimulação periférica e desenvolvimento cerebral: estudo eletrofisiológico e comportamental em ratos jovens e adultos. 2006. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
Abstract: A desnutrição e a ativação de vias sensoriais no início da vida influenciam o desenvolvimento neural e o comportamento exploratório de mamíferos. Este trabalho investigou os efeitos da eletroestimulação periférica (EP) precoce sobre a depressão alastrante (DA) e o comportamento exploratório em ratos Wistar normonutridos (23% de proteína) e desnutridos no início da vida (8% de proteínas). Do 7° ao 28° dia pósnatal, os ratos receberam sessões diárias de EP (pulsos repetitivos de onda quadrada, duração: 1,5 ms; intensidade: 10-40V), com freqüências de 2 ou 60Hz (grupos 2 e 60, respectivamente). Esta EP foi assimétrica (somente no lado esquerdo do corpo), aplicada por dois eletrodos circundando as patas. Os animais controles, grupo sham , tinham eletrodos similares colocados nas patas esquerdas, mas não foram estimulados. Os ratos foram avaliados aos 35-45 dias (DA) e 85-105 dias de idade (DA e comportamento exploratório). A DA foi deflagrada, sob anestesia, na região parietal posterior e sua propagação foi registrada em dois pontos fronto-parietais do mesmo hemisfério, por duas horas. Em seguida, os eletrodos foram movidos para o outro hemisfério e o registro da DA foi realizado por mais duas horas. As velocidades de propagação da DA foram calculadas com base na distância entre os eletrodos registradores e no tempo gasto pela DA para percorrer esta distância. O comportamento exploratório foi observado, por 5 minutos, em animais acordados, no aparelho campo aberto. Deambulação, freqüência das respostas de levantar-se e de deslocar-se ao centro do campo, bem como o número de bolos fecais, foram quantificados. Nos ratos normonutridos em ambas as idades, no grupo 2Hz, mas não 60Hz, a EP reduziu as velocidades da DA no hemisfério contralateral ao lado do corpo estimulado, quando comparado ao sham . Este efeito foi encontrado, nos ratos desnutridos, para ambos as freqüências, EP com 2Hz e 60Hz. Nenhuma diferença inter-hemisférica foi vista nos grupos sham . O comportamento exploratório aumentou no grupo normonutrido EP com 2Hz. Os resultados sugerem um efeito da EP dependente da freqüência e do estado nutricional sobre a DA e sobre o comportamento exploratório. Os mecanismos subjacentes ainda são insuficientemente entendidos, mas processos plásticos como ativação de receptores N-metil-D-aspartato, inibição GABAérgica, e potenciação e depressão a longo prazo podem estar envolvidos. Os dados são relevantes por reforçar o uso terapêutico da estimulação elétrica em pacientes neurológicos, bem como o uso da DA como um modelo para estudos experimentais desses recursos terapêuticos
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8633
Aparece nas coleções:Dissertações de Mestrado - Nutrição

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
arquivo8562_1.pdf2.23 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Este arquivo é protegido por direitos autorais



Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons