Skip navigation
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8342
Título: Comparação da espectroscopia de prótons à associação da eletrencefalografia e da ressonância magnética por imagem na investigação da zona epileptogênica das epilepsias extratemporais
Autor(es): LEITE, Ricardo André Amorim
Palavras-chave: Epilepsias neocorticais extratemporais; Métodos diagnósticos; Espectroscopia por Ressonância Magnética; Avaliação pré-cirúrgica
Data do documento: 2007
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: André Amorim Leite, Ricardo; Edmar Gonçalves e Silva, Gilson. Comparação da espectroscopia de prótons à associação da eletrencefalografia e da ressonância magnética por imagem na investigação da zona epileptogênica das epilepsias extratemporais. 2007. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2007.
Resumo: Os avanços no tratamento das epilepsias têm exigido diagnósticos de certeza mais precisos, nos quais estejam incluídas a localização e a lateralização da zona epileptogênica para planejamento cirúrgico, o que motivou a investigação de métodos de imagem capazes de complementar as informações obtidas a partir da eletrencefalografia. Para diagnóstico das epilepsias, foram desenvolvidas a vídeoeletrencefalografia, considerada como padrão-ouro para diagnóstico e avaliação précirúrgica, assim como a imagem por ressonância magnética, para avaliação estrutural de lesões cerebrais. Mais recentemente, se tem empregado a espectroscopia de prótons, um método não invasivo, capaz de avaliar o metabolismo cerebral, por meio das alterações das concentrações de N-acetil-aspartato, creatina e colina, para avaliação das epilepsias extratemporais. Na presente dissertação, foram apresentadas uma revisão bibliográfica das conquistas na investigação dessas epilepsias e as perspectivas de futuras investigações, assim como os resultados de um estudo transversal, tipo série de casos, incluindo 33 pacientes, diagnosticados no Ambulatório de Epilepsia do Hospital da Restauração, Recife, Pernambuco, entre Março e Outubro de 2006, com idade de 13 a 59 anos (25,18 ± 11,39 anos), de ambos os sexos. Vinte e cinco (75,8%) pacientes apresentavam alteração estrutural à imagem por ressonância magnética ou neurofisiológica à eletrencefalografia (72,7%). As variáveis foram alterações dos coeficientes de assimetria das razões N-acetil-aspartato/colina, N-acetil-aspartato/creatina, Colina/Creatina e N-acetil-aspartato/colina+creatina (avaliadas pela área dos picos dos metabólitos na espectroscopia de prótons com tempo de eco longo de 135 ms). As taxas de concordância de lateralização dos coeficientes de assimetria das razões de metabólitos NAA/Co, NAA/Cr, Co/Cr e NAA/Co+Cr com a IRM, independente da alteração da EGG de superfície, alteraram-se de 93,3%, 57,9%, 15,4% e 93,3%, respectivamente, para 100%, 33,3%, zero e 100%, em 16 pacientes, nos quais houve concordância da IRM e do EEG de superfície. Quando o EEG de superfície foi normal, as taxas foram 75%, 100%, 66,7% e 100%, respectivamente. Nos 24 pacientes em que havia alteração de EEG ambulatorial, independente de alteração à IRM, as taxas de concordância reduziram-se de 78,6%, 31,6%, zero e 57,2%, para 33,3%, 33,3%, zero e 40% em oito pacientes com IRM normal. Conclui-se que a espectroscopia de prótons de hidrogênio concordou melhor com a lateralização da zona epileptogênica com IRM do que com o EEG de superfície
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8342
Aparece na(s) coleção(ções):Teses de Doutorado - Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento

Arquivos deste item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
arquivo8595_1.pdf3,07 MBAdobe PDFVer/Abrir


Este arquivo é protegido por direitos autorais



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.