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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8298
Title: Estudo da prevalência de calcificação em núcleos da base do cérebro através de estudo imaginológico
Authors: de Barros e Silva, Edison
Keywords: Calcificações em núcleos da base; Neuroimagem; Doença de Fahr; Tomografia computadorizada.
Issue Date: 31-Jan-2008
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: de Barros e Silva, Edison; Ricardo Mendes de Oliveira, João. Estudo da prevalência de calcificação em núcleos da base do cérebro através de estudo imaginológico. 2008. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008.
Abstract: As calcificações de núcleos da base estão relacionadas com várias doenças sistêmicas, infecciosas, neurológicas e psiquiátricas. Devido a um aumento no uso de técnicas de neuroimagem, especialmente a tomografia computadorizada (TC), as calcificações em núcleos da base são cada vez mais precocemente visualizadas. A calcinose do tipo Fahr (estriado-pálido-denteada) são encontradas em cerca de l-2% dos pacientes que se submetem a exames de neuroimagem. Os dados sobre prevalência desses achados são escassos no Brasil, sendo essencial esta definição prévia, que irá servir para embasar as próximas pesquisas sobre implicações clínicas desses achados. Nosso trabalho foi orientado para a detecção de calcificações em núcleos da base, através da TC de crânio,com posterior determinação da prevalência, após coleta de laudos radiológicos em hospitais públicos do Recife, estudando a possível relação com a idade e sexo dos pacientes. Coletamos ao total 1898 laudos tomográficos, em duas instituições de saúde (Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco e Instituto Materno-Infantil de Pernambuco), sendo 836 de homens e 1062 de mulheres. Deste montante, encontramos 46 pacientes com calcificações de núcleos da base, sendo 30 mulheres e 16 homens. A prevalência encontrada foi de 2,23% no IMIP e 3,31% no HC-UFPE com variações entre sexo, faixa etária e instituição de origem. A média de idade dos pacientes com calcificações foi de 47 anos (IMIP) e 58 anos (HC-UFPE). Não houve associação estatisticamente significativa entre sexo e o achado de calcificação, porém demonstrou-se associação estatisticamente significativa das calcificações com a faixa etária acima dos 60 anos, sugerindo que a patogênese das calcificações de núcleos da base esteja ligada a algum processo subjacente ao envelhecimento, provavelmente à morte neuronal
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8298
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento

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