Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8280
Title: Dinâmica em microescala do mesozooplâncton do Arquipélago de São Pedro e São Paulo NE, Brasil
Authors: MELO, Pedro Augusto Mendes de Castro
Keywords: Mesozooplâncton;Ressurgência topográfica;Monte submarino
Issue Date: 31-Jan-2009
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Augusto Mendes de Castro Melo, Pedro; Neumann Leitão, Sigrid. Dinâmica em microescala do mesozooplâncton do Arquipélago de São Pedro e São Paulo NE, Brasil. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Oceanografia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Abstract: Foram realizadas coletas de plâncton (maio/08) com rede de 300 μm com o objetivo de observar padrões de variação em curta escala de tempo e comparar espacialmente os principais grupos do zooplâncton em termos de composição, distribuição e abundância no Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP). As amostras foram coletadas em duas estações (Enseada e Cabeço da Tartaruga) durante 5 dias consecutivos, nos períodos diurno e noturno. Foram identificados 154 taxa, com predomínio de Copepoda (50), que também apresentou dominância nas amostras, com destaque também para ovos de Exocoetidae (Teleostei). Diferenças significativas entre as estações não foram observadas na maioria dos dias, assim como entre os horários do dia. Foram observados baixos valores de biomassa, porém superiores ao observado em oceano aberto. A densidade foi baixa, aumentando de maneira pouco acentuada durante a noite. Foram observadas espécies indicadoras de águas ascendentes, como Phaenna spinifera e Flaccisagitta hexaptera. Em outro desenho amostral, foram coletadas amostras em quatro transectos perpendiculares ao arquipélago, compostos por quatro estações cada (perímetros de 0,5 milha náutica). Foram identificados 106 taxa, dos quais 37 são Copepoda. Foi observada uma diminuição dos valores de densidade, biomassa e diversidade à medida que se afasta do ASPSP, comprovando o efeito ilha. Entretanto, na porção Oeste, área de chegada da Corrente Sul Equatorial (SEC), há uma homogeneização da comunidade. A SEC atua como estruturadora da comunidade e principal responsável pelo efeito ilha na região
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8280
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Oceanografia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
arquivo1453_1.pdf1.12 MBAdobe PDFView/Open


This item is protected by original copyright



Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.