Skip navigation
Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8278
Title: Avaliação da ação da laserterapia não cirúrgica em modelo experimental induzido por cacinógeno químico
Authors: Cristina Gomes Henriques, Aguida
Keywords: Laserterapia;Carcinoma espinocelular;Proliferação celular.
Issue Date: 31-Jan-2009
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Cristina Gomes Henriques, Aguida; Freire Lisboa de Castro, Jurema. Avaliação da ação da laserterapia não cirúrgica em modelo experimental induzido por cacinógeno químico. 2009. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.
Abstract: O laser de baixa potência promove efeitos terapêuticos e alterações de morfodiferenciação e proliferação celular. Sua ação na atividade proliferativa é um tópico controvertido, pois existem estudos que mostram tanto inibição quanto proliferação ou mesmo indiferença quanto ao crescimento celular. De fato, a proliferação de células normais e tumorais pode ser estimulada, mas esse processo depende dos parâmetros da luz e da curva de proliferação celular no momento da irradiação. Considera-se que as células malignas sejam mais susceptíveis ao processo indutor proliferativo por apresentarem modificações na sua capacidade de proliferação e diferenciação. Esta é uma importante linha de pesquisa a ser desenvolvida, particularmente quando se considera a segurança e eficácia da laserterapia. Dessa forma, esse estudo teve como objetivo avaliar a capacidade do laser de baixa potência com 660 e 780nm de aumentar a severidade das alterações epiteliais induzidas pela carcinogênese experimental. Para este estudo, 60 ratos Wistar foram distribuídos aleatoriamente em 6 grupos, dos quais 1 grupo recebeu apenas carcinógeno, 3 grupos receberam carcinógeno e laser e os outros 2 grupos foram submetidos apenas a irradiação laser. Para indução da carcinogênese foi aplicado o óxido de nitroquinolina (4NQO) na língua dos animais, por um período máximo de 4 meses. Os resultados mostraram que o laser não contribuiu positivamente com o processo inicial da carcinogênese oral experimental e as alterações epiteliais produzidas não mostraram características clínicas e histológicas distintas entre o grupo que recebeu apenas carcinógeno e os que receberam carcinógeno e laser
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8278
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Odontologia

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
arquivo4062_1.pdf2.58 MBAdobe PDFView/Open


This item is protected by original copyright



Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.