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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8204
Title: Qualidade de Vida e Fatores Psicossociais em Renais Crônicos submetidos à hemodiálise
Authors: Vasconcelos, Lívia Pires
Keywords: Qualidade de vida;Insuficiência renal crônica terminal;Hemodiálise;Fatores psicossociais;Depressão;Ansiedade.
Issue Date: 2007
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Pires Vasconcelos, Lívia; Alberto Gomes Carvalho, João. Qualidade de Vida e Fatores Psicossociais em Renais Crônicos submetidos à hemodiálise. 2007. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Neuropsiquiatria e Ciência do Comportamento, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2007.
Abstract: portadores de Insuficiência Renal Crônica Terminal (IRCT). Após o sucesso da TRS em aumentar a sobrevida, os interesses se voltaram para a qualidade de vida (QV). A despeito da evolução na terapia dialítica, este tratamento altera negativamente a QV desta população. Além disso, observa-se uma alta prevalência de transtornos psiquiátricos, sendo a depressão o mais freqüente. Este estudo destinou-se a avaliar a QV e a prevalência de depressão e ansiedade nos portadores de IRCT em HD na cidade de Recife, bem como as relações entre essas medidas e as variáveis sociais (idade, sexo, raça, status marital, religião e escolaridade) e clínicas (causa da IRCT e tempo de HD). O presente estudo foi descritivo, observacional, transversal, de abordagem quantitativa. Foram entrevistados 105 portadores de IRCT em HD usando um questionário com dados sóciodemográficos e clínicos, a Hospital Anxiety and Depression Scale HAD e o Kidney Disease and Quality of Life Short-Form - KDQOL-SF 1.3, ambos traduzidos e validados no Brasil. RESULTADOS: a média de QV geral foi 66,19 (0 a 100), sendo um pouco mais elevada entre os pacientes mais jovens, do sexo masculino, da raça negra, nos casados e nos que que tinham maior escolaridade, sem diferença significante para nenhuma dessas variáveis. Não houve diferença significante entre as causas da insuficiência renal, nem entre as categorias da religião. A QV foi significativamente pior nos pacientes com depressão e ansiedade. A depressão foi registrada em 25,7% pacientes, não apresentando associação significante com nenhuma das variáveis sociais. A prevalência de pacientes com depressão foi bem mais elevada entre os pacientes que apresentavam ansiedade (71,0% x 6,8%), havendo associação significante entre a ocorrência de ansiedade e depressão. CONCLUSÕES: a QV desses pacientes está comprometida, a prevalência de ansiedade e depressão é alta nesta população, havendo uma associação estatisticamente significante entre as duas patologias. Dentre os fatores psicossociais, houve associação significante da QV apenas com as variáveis depressão e ansiedade. A depressão não se correlacionou de forma significante com nenhuma das variáveis sociais e clínicas. A única variável que apresentou associação significante com a ocorrência de ansiedade foi o sexo feminino. Justifica-se a necessidade da avaliação psiquiátrica dos pacientes portadores de IRCT em HD de forma rotineira, visando diagnóstico precoce e tratamento adequado das comorbidades psiquiátricas, principalmente a depressão
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8204
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