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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8189
Title: Efeitos do treinamento físico moderado sobre a morfometria do baço de ratos adultos endotoxêmicos submetidos a desnutrição perinatal
Authors: Moita, Luanna
Keywords: Desnutrição; Sistema Imune; Baço; Treinamento físico
Issue Date: 31-Jan-2010
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Moita, Luanna; Teles de Pontes Filho, Nicodemos. Efeitos do treinamento físico moderado sobre a morfometria do baço de ratos adultos endotoxêmicos submetidos a desnutrição perinatal. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Patologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Abstract: Objetivo: Avaliar o efeito do treinamento físico moderado em alguns aspectos da morfometria do baço de ratos adultos endotoxêmicos submetidos à desnutrição perinatal. Métodos: Ratos machos Wistar divididos em 2 grupos experimentais de acordo com a dieta fornecida às mães: controle (caseína a 17%, n=24) e desnutridos (caseína a 8%, n=24). Aos 60 dias de idade, os grupos foram subdivididos com relação ao treinamento físico moderado: controle (C, n=12), controle + treinamento físico (T, n=12), desnutrido (D, n=12) e desnutrido + treinamento físico (DT, n=12). O protocolo de treinamento foi realizado em esteira ergométrica durante 8 semanas (5 dias/sem, 60 min/dia a 70% do VO2max ). Após 24h da última sessão de treinamento, metade dos animais de cada grupo recebeu injeção i.p. de lipopolissacarídeo, enquanto seus pares receberam injeção de solução salina. Foram registradas as mudanças dos indicadores somáticos, do percentual de leucócitos no sangue, do número e tamanho dos folículos linfóides e do tamanho da zona marginal esplênica. A contagem diferencial de leucócitos circulantes foi realizada através de esfregaço sanguíneo corada com o kit panótico rápido, a contagem e a morfometria dos folículos esplênicos e da zona marginal foram estudadas por microscopia óptica. Resultados: Na contagem diferencial de leucócitos do sangue não houve diferença com relação à desnutrição perinatal e ao treinamento físico moderado. Porém, quanto ao estímulo do lipopolissacarídeo houve neutrofilia e linfocitopenia. Na contagem de folículos linfóides, o grupo D apresentou menor número de folículos linfóides esplênicos quando comparados ao grupo C, porém isso não ocorre nos animais desnutridos treinados. Nos endotoxêmicos, o grupo D apresentou aumento da área dos folículos em menor proporção que o controle (C+LPS= 56,1% e D+LPS = 13,7%). Por outro lado, o grupo desnutrido treinado apresentou aumento da área folicular em maior proporção em relação ao seu controle (T+LPS= 6,9% e DT+LPS= 8,4%). O treinamento induziu um percentual de aumento inferior da área folicular e da área da zona marginal quando comparados aos não treinados (área folicular: C+LPS= 56,1%, T+LPS= 6,9%, D+LPS= 13,7% e DT+LPS= 8,4%; área da zona marginal:C+LPS= 29,12%, T+LPS= 11,76%, D+LPS= 47,48% e DT+LPS= 12,71%). Conclusões: O treinamento físico moderado exerce efeito protetor no baço em resposta ao estímulo com LPS, por reverter a seqüela da programação nutricional sobre o número de folículos linfóides nos animais desnutridos e, por atenuar a intensidade das respostas orgânicas agudas à situação de infecção, induzindo na resposta imune um mecanismo conhecido como tolerância cruzada
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8189
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado - Patologia

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