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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8022
Title: HÁ PROLIFERAÇÃO DE CARDIOMIÓCITOS NO INFARTO?
Authors: NEVES, Fernando Antônio
Keywords: Índice mitótico;Antígeno Ki67;Ínfarto do miocárdio;Cardiomioplastia;Miocárdio
Issue Date: 31-Jan-2010
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Antônio Neves, Fernando; Teles de Pontes Filho, Nicodemos. HÁ PROLIFERAÇÃO DE CARDIOMIÓCITOS NO INFARTO?. 2010. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Patologia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Abstract: No século passado predominava o dogma de que cardiomiócitos eram incapazes de se dividir havendo, no infarto agudo do miocárdio, apenas proliferação de tecido fibroso na área lesada, processo conhecido como remodelação. Estudos feitos a partir de 1998 têm levantado a hipótese de que há proliferação de cardiomiócitos no infarto agudo do miocárdio embora numa taxa reduzida. Nosso trabalho objetiva determinar esse índice de proliferação comparando-o com o desses estudos. Métodos As amostras da borda de tecido infartado foram obtidos de 22 pacientes no Serviço de Verificação de Óbito (SVO) da Universidade Federal de Pernambuco. As amostras foram coradas com hematoxilina e eosina e classificadas em infarto agudo ou crônico. 22 amostras com infarto foram marcadas com o antígeno nuclear Ki-67, que está associado com a divisão celular. Objetivava-se, então, determinar o índice mitótico (razão do número de núcleos que entraram em mitose para os que não sofreram mitose) comparando-o segundo gênero e faixa etária. Realizou-se também a análise morfométrica da área e perímetro de cardiomiócitos da área enfartada comparando-a com a área normal. Resultados: Não detectamos evidências de proliferação de cardiomiócitos na amostras coradas com Ki 67. Houve um aumento estatisticamente significante da área e do perímetro de cardiomiócitos da área infartada em relação à área normal. Conclusões: A metodologia com hematoxilia-eosina e o marcador Ki 67 não foi suficientemente precisa para a determinação do índice mitótico. Futuros trabalhos com maiores recursos metodológicos talvez venham a reproduzir os índices mitóticos já estudados em outros países
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/8022
Appears in Collections:Teses de Doutorado - Patologia

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