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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7148
Title: Ecocardiograma e fatores de risco cardiovascular em obesos graves
Authors: Elaine Gonçalves Moreira Rocha, Isaura
Keywords: Obesos Graves; Fatores de Risco
Issue Date: 2003
Publisher: Universidade Federal de Pernambuco
Citation: Elaine Gonçalves Moreira Rocha, Isaura; Guimarães Victor, Edgar. Ecocardiograma e fatores de risco cardiovascular em obesos graves. 2003. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Medicina Interna, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2003.
Abstract: Introducão: Alterações em parâmetros hemodinâmicos e na função cardíaca ocorrem na obesidade grave, em associação a outros fatores de risco cardiovascular, como dislipidemia, hipertensão arterial e diabete melito. Material e métodos: Foi descrito o perfil clínico, metabólico, ecocardiográfico e o risco de doença cardiovascular, avaliado através do escore de Framingham, em 32 obesos graves candidatos à gastroplastia, no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, entre janeiro e maio de 2004. Resultados: A idade e o IMC médios foram 37,8 ± 10,48 anos e 49,2 ± 8,8Kg/m2. Síndrome metabólica ocorreu em 71,9% dos casos, entretanto, a avaliação do risco cardiovascular através do escore de Framingham estratificou 87,5% da população como portadora de baixo risco de doença coronariana. O ecocardiograma demonstrou aumento de câmaras esquerdas em 42,9%, disfunção diastólica em 54,6% dos casos, hipertrofia ventricular esquerda em 82,1%, com padrão geométrico de hipertrofia ventricular esquerda excêntrica em 50% dos casos. A indexação da massa do ventrículo esquerdo com a altura elevada ao quadrado diagnosticou significativamente mais hipertrofia do que a indexação com a superfície corpórea. As correlações entre hipertofia ventricular esquerda e pressão arterial sistólica , diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo e o tempo de obesidade foram positivas, bem como as correlações entre o índice de massa corpórea e indicadores de disfunção diastólica. Conclusão: Os resultados mostraram que a estratificação do risco cardiovascular pelo escore de Framingham pode ter baixa acurácia para essa população, haja vista a elevada freqüência de fatores de risco cardiovascular e da síndrome metabólica. O ecocardiograma revelou alterações estruturais cardíacas em graus variados, o que pode representar uma forma subclínica da miocardiopatia da obesidade
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7148
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