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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7095
Título: Fatores associados a rigidez arterial em indivíduos com HIV / AIDS e indivíduos não infectados no estado de Pernambuco - Brasil
Autor(es): D'ALBUQUERQUE, Polyana Monteiro
Palavras-chave: HIV; Aids; Terapia antirretroviral; Rigidez arterial; Velocidade de onda de pulso
Data do documento: 31-Jan-2010
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: Monteiro D'Albuquerque, Polyana; Arraes de Alencar Ximenes, Ricardo. Fatores associados a rigidez arterial em indivíduos com HIV / AIDS e indivíduos não infectados no estado de Pernambuco - Brasil. 2010. Dissertação (Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010.
Resumo: Introdução: A frequência de doença cardiovascular é maior em pessoas infectadas pelo HIV do que na população geral. A rigidez arterial, medida pela velocidade de onda de pulso (VOP), é um preditor independente do risco cardiovasular, utilizado em vários contextos clínicos como um marcador substituto para doença cardiovascular. Pouco se sabe a respeito da velocidade de onda de pulso em indivíduos com HIV que cursam com ou sem lipodistrofia ou síndrome metabólica. Este estudo se propõe a avaliar a associação entre infecção pelo HIV e velocidade de onda de pulso e nos infectados pelo HIV, verificar sua associação com características relacionadas ao tratamento antirretroviral, status virológico, imunológico e alterações metabólicas. Métodos: Estudo observacional, transversal, com caráter analítico. Foram incluídos 343 participantes, 261 infectados pelo HIV e 82 soronegativos. Foram excluídos do estudo: gestantes, indivíduos com infecção oportunista nos últimos três meses e com antecedente de acidente vascular cerebral, infarto agudo do miocárdio ou revascularização. A rigidez aórtica foi estimada pela medida automática e nãoinvasiva da velocidade de onda de pulso carótideo-femoral pelo Complior (Artech, Paris, França). Resultados: Os grupos foram semelhantes com respeito à idade, consumo de álcool, presença de síndrome metabólica e diabetes mellitus, escore de Framingham e uso de anti-hipertensivos e hipolipemiantes. A hipertensão foi mais frequente entre os controles não-infectados pelo HIV. Os indivíduos com HIV tiveram mais hipertrigliceridemia, glicemia e colesterol HDL alterados. A VOP foi associada a idade igual ou maior que 40 anos, sexo masculino, síndrome metabólica, hipertensão arterial, glicemia de jejum e escore de Framingham. No modelo de regressão múltipla, a freqüência cardíaca, idade, sexo e pressão arterial mostraram-se associados à VOP. Não houve diferença significante na média de valores de VOP entre os indivíduos infectados pelo HIV e controles soronegativos. Conclusões: Os fatores de risco tradicionais foram mais frequentes entre os infectados pelo HIV, com exceção a hipertensão arterial. A VOP foi associada a idade, sexo, e pressão arterial. Não houve diferença na VOP entre os infectados pelo HIV e controles soronegativos
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7095
Aparece na(s) coleção(ções):Dissertações de Mestrado - Medicina Tropical

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