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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70353
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| Title: | Evidências sobre neuroplasticidade e integração neurofuncional na reabilitação após reconstrução do ligamento cruzado anterior : uma revisão de escopo |
| Authors: | MARTINS, Fernanda Gabriele Cordeiro |
| Keywords: | Ligamento Cruzado Anterior; Neuroplasticidade; Reabilitação; Integração Neurofuncional |
| Issue Date: | 12-Jun-2026 |
| Citation: | MARTINS, Fernanda Gabriele Cordeiro. Evidências da Neuroplasticidade e Integração Neurofuncional na Reabilitação após Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior: Uma Revisão de Escopo. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso ( Bacharelado em Fisioterapia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026. |
| Abstract: | Introdução: A lesão do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) é uma problemática relevante para a área da saúde, com aproximadamente 150 mil casos por ano no Brasil, que pode persistir com déficits mesmo após a reconstrução. Evidências atuais sugerem que a lesão provoca perdas proprioceptivas e alterações neurofuncionais, tendo a influência da neuroplasticidade. Objetivo: Mapear as evidências disponíveis sobre a neuroplasticidade na reabilitação de indivíduos submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior. Além disso, identificar lacunas presentes nos estudos. Materiais e Métodos: O presente estudo trata-se de uma revisão de escopo conduzida pelas diretrizes e recomendações do JBI e PRISMA-ScR. A busca foi realizada nas bases de dados PubMed, LILACS, Scopus, Web of Science, CINAHL, Google Scholar, com uso de descritores MeSH e DeCS e operadores booleanos (AND/OR). Foram incluídos 12 estudos que abordaram os conceitos de neuroplasticidade e integração neurofuncional no contexto de reabilitação após Reabilitação do Ligamento Cruzado Anterior (RLCA). Resultados: Foram identificadas evidências relevantes de que o indivíduo mesmo após a RLCA apresenta alterações neuroplásticas, refletindo em perda proprioceptiva e aumento da atividade cortical, por exemplo. Diante disso, a reabilitação voltada para a neuroplasticidade mostra-se como necessária. Conclusão: Os achados mostram que a reabilitação após a RLCA deve ser voltada para treino sensório-motor, por se tratar de uma lesão com os aspectos neurofuncionais e não apenas biomecânicos. Com isso, o treino sensório-motor mostra-se promissor e deve orientar os protocolos de reabilitação, a fim de otimizar os resultados e a recuperação. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70353 |
| Appears in Collections: | (TCC) - Fisioterapia |
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