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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70262
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| Title: | Estratégias nutricionais e feitos dos análogos de GLP-1 e coagonistas incretínicos sobre a composição corporal na obesidade: Uma revisão narrativa |
| Authors: | ALBUQUERQUE, Emilly Gabrielly Ferreira |
| Keywords: | Obesidade; Análogos de GLP-1; Composição corporal; Massa magra |
| Issue Date: | 16-Jun-2026 |
| Citation: | ALBUQUERQUE, Emilly. Estratégias nutricionais e efeitos dos análogos de GLP-1 e coagonistas incretínicos sobre a composição corporal na obesidade: Uma revisão narrativa. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso de Nutrição - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026. |
| Abstract: | O tratamento da obesidade é considerado um desafio pela dificuldade da adesão das modificações comportamentais. Com a crescente utilização dos hormônios incretínicos no tratamento da obesidade, tem sido observado comprometimento de massa muscular e efeitos gastrointestinais adversos Assim, este trabalho teve por objetivo descrever as implicações e o manejo nutricional do uso de agonistas de GLP-1 e coagonistas GLP-1/GIP em pacientes com obesidade. Para tal, foi realizada uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de buscas nas bases de dados PubMed, SciELO e Portal de Periódicos CAPES, utilizando os descritores: Obesity, GLP-1 receptor agonists, dual agonists, lean body mass e nutritional intervention. Foram incluídos artigos e revisões publicados entre 2020 e 2026. De forma complementar, foi utilizada a inteligência artificial Gemini para auxílio na estrutura textual e tradução. Os resultados indicam que o tratamento com agonistas de GLP-1 e coagonistas GLP-1/GIP promove perdas de peso expressivas, com proporção predominante de massa gorda, em torno de 60% a 75% do total perdido, embora a perda de massa magra, estimada entre 25% e 40%, represente uma preocupação clínica relevante, especialmente em populações vulneráveis como idosos e pacientes com diabetes tipo 2. Os principais sintomas gastrointestinais relatados foram náuseas, vômitos, constipação e diarreia, com interferência direta na adequação do aporte proteico e no padrão alimentar. A ingestão proteica entre 1,2 e 1,5 g/kg/dia, distribuída em porções fracionadas ao longo do dia e aliada ao treinamento resistido, demonstrou ser a estratégia mais eficaz para minimizar a perda muscular. Conclui-se que o sucesso terapêutico com essas farmacoterapias depende de acompanhamento nutricional individualizado e baseado em evidências, capaz de preservar a massa muscular, manejar os efeitos adversos e garantir a adequação nutricional ao longo do tratamento. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70262 |
| Appears in Collections: | (TCC) - Nutrição |
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