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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70242
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| Título : | Estudo de pré-formulação e desenvolvimento de forma farmacêutica sólida de uso oral à base de piplartina para tratamento da esquistossomose |
| Autor : | SILVA, João Guilherme Sabino da |
| Palabras clave : | Piper tuberculatum; Fitofármaco; Doenças determinadas socialmente; Desenvolvimento de medicamentos; Comprimidos |
| Fecha de publicación : | 10-dic-2025 |
| Editorial : | Universidade Federal de Pernambuco |
| Citación : | SILVA, João Guilherme Sabino da. Estudo de pré-formulação e desenvolvimento de forma farmacêutica sólida de uso oral à base de piplartina para tratamento da esquistossomose. 2025. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
| Resumen : | A esquistossomose é um grave problema de saúde pública em países em desenvolvimento, com o praziquantel (PZQ) sendo a única terapêutica disponível há décadas, embora eficaz, apresenta limitações importante, como baixa solubilidade aquosa e biodisponibilidade reduzida, ação apenas sobre às formas adultas de Schistosoma mansoni e relatos de resistência descritos na literatura. A piplartina (PPT), um alcaloide/amida isolado de espécies do gênero Piper, surge como um candidato a fitofármaco promissor por conta de sua atividade esquistossomicida relatada em diversos estudos. Neste contexto, o trabalho teve como objetivo desenvolver uma forma farmacêutica sólida oral à base de PPT. Inicialmente, a PPT foi obtida a partir de raízes de Piper tuberculatum e caracterizada por técnicas de Espectrometria no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), Termogravimetria (TG) e Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC). Os estudos de compatibilidade com nove excipientes farmacêuticos (Aerosil®, amido de milho, amido glicolato de sódio, benzoato de sódio, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose e polivinilpirrolidona K-30) foram realizados através das mesmas técnicas. Os comprimidos foram obtidos por granulação úmida, tiveram peso médio, dureza, friabilidade, tempo de desintegração, teor e perfil de dissolução avaliados. Além disso, a solubilidade da PPT também foi avaliada. Os estudos de compatibilidade não evidenciaram interações químicas significativas entre os excipientes e a PPT. A formulação foi composta por PPT, celulose microcristalina, de amido glicolato de sódio, de PVP K-30, estearato de magnésio e Aerosil®. A granulação mostrou-se crucial para superar as limitações de fluxo da mistura em pó, resultando em grânulos com excelentes propriedades reológicas. Os comprimidos obtidos apresentaram características físico-mecânicas adequadas: peso médio de 145,1 mg, dureza de 48,34 N, friabilidade de 0,155% e tempo de desintegração inferior a 8 minutos. O doseamento por espectrofotometria UV revelou teor de 72,79% do valor declarado, possivelmente devido a perdas durante as etapas de processamento. Os estudos de solubilidade demonstraram a baixa solubilidade intrínseca da PPT em todos os meios testados. Os ensaios de dissolução in vitro revelaram que os comprimidos tiveram uma liberação significativamente superior à da PPT isolada, atingindo mais de 90% de liberação em pH 6,8. Assim, os resultados obtidos demonstram o desenvolvimento tecnológico de uma forma farmacêutica contendo PPT, superando suas limitações de solubilidade e fluidez, o que a configura como uma alternativa terapêutica promissora e fundamenta futuros estudos. |
| URI : | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70242 |
| Aparece en las colecciones: | Dissertações de Mestrado - Ciências Farmacêuticas |
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| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| DISSERTAÇÃO Joao Guilherme Sabino da Silva.pdf Artículo embargado hasta 2027-07-31 | 4.39 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir Item embargoed |
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