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Título : O Patrimônio Cultural na “cidade imaginária” de Olinda: aproximações a partir do Diario de Pernambuco no ano de 1982
Autor : Araújo, Laís de Almeida
Palabras clave : Olinda; patrimônio cultural; Diario de Pernambuco; imaginário Coletivo
Fecha de publicación : 15-jun-2026
Citación : ARAÚJO, Laís de Almeida. O Patrimônio Cultural na “cidade imaginária” de Olinda: aproximações a partir do Diario de Pernambuco no ano de 1982. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Arquitetura e Urbanismo) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026.
Resumen : O presente trabalho analisa a representação do Sítio Histórico de Olinda nas páginas do jornal Diario de Pernambuco em dois momentos históricos distintos. O recorte inicial abrange o primeiro semestre de 1982 (janeiro a junho), período que culminou com o parecer favorável à patrimonialização da cidade pelo Bureau do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco. Diante disso, investiga-se como a mídia impressa local abordou o espaço urbano e cultural olindense naquele contexto de consagração internacional. A análise pauta-se no conceito de imaginário coletivo e representações, sob a perspectiva teórica de Sandra Jatahy Pesavento. Como objetivos específicos, o estudo propõe catalogar os principais atributos associados à cidade histórica nas matérias jornalísticas e identificar as nomenclaturas e termos mais recorrentes utilizados para referenciar o município. Ademais, estabelece-se um contraponto comparativo com o período de janeiro a junho de 2026, a fim de compreender as permanências e transformações na cobertura midiática do mesmo periódico sobre o patrimônio olindense. Para a consecução desses objetivos, adotou-se uma metodologia de natureza quanti-qualitativa, por meio de pesquisa documental realizada na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, utilizando o termo "Olinda" como descritor de busca. Os resultados revelam cenários distintos: enquanto a cobertura de 1982 esteve fortemente voltada para a dimensão institucional e as expectativas em torno do título oficial da Unesco, as narrativas de 2026 atrelam a cidade predominantemente à atividade turística e ao Carnaval. Conclui-se, contudo, que há uma permanência geográfica e simbólica na construção do imaginário social e midiático, visto que locais como o Alto da Sé e a Praça do Carmo mantêm-se como os atributos de maior destaque e recorrência em ambos os recortes temporais.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70232
Aparece en las colecciones: (TCC) - Arquitetura e Urbanismo

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