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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70164

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Title: O Efeito da Musicoterapia como Abordagem não Farmacológica para Redução de Ansiedade em Exodontias
Authors: MOTA, Matheus Nole dos Santos
Keywords: musicoterapia; exodontia; terceiro dente molar; sinais vitais; ansiedade
Issue Date: 18-Jun-2026
Citation: MOTA, Matheus Nole dos Santos. O Efeito da Musicoterapia como Abordagem não Farmacológica para Redução de Ansiedade em Exodontias. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Odontologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026
Abstract: INTRODUÇÃO – A ansiedade odontológica pode ser definida como um estado de preocupação, nervosismo ou desconforto em relação a algo com resultado incerto, em relação a um procedimento odontológico. Para isso, existem métodos terapêuticos que podem ser farmacológicos como ansiolíticos e sedativos, e não farmacológicos como musicoterapia. A musicoterapia é utilizada como alternativa para reduzir a ansiedade, pois auxilia o profissional a obter respostas positivas no comportamento de seus pacientes e, consequentemente, a aumentar a qualidade do atendimento. OBJETIVO – Avaliar as influências da utilização da música antes e durante os procedimentos em pacientes submetidos a remoção de terceiros molares. MATERIAIS E MÉTODOS – Foi realizado um ensaio clínico randomizado controlado com pacientes submetidos a remoção de terceiros molares, utilizando o método de boca dividida. Para cada paciente foram removidos dois terceiros molares, em dois tempos cirúrgicos diferentes. Em um dos momentos, a cirurgia foi realizada com uso de musicoterapia antes e durante o procedimento. No outro momento, foi realizada a remoção do outro dente sem o uso da música (controle, ausência de música). Foram avaliadas as alterações dos sinais vitais, ansiedade e grau de satisfação do paciente. Todos os dados foram registrados e posteriormente comparados por meio de análise estatística. RESULTADOS – Observou-se tendência à redução da frequência cardíaca e dos níveis pressóricos, enquanto a saturação de oxigênio permaneceu estável. Além disso, os participantes submetidos à intervenção com música apresentaram predominância de níveis mais baixos de ansiedade em comparação ao grupo controle. No entanto, as alterações observadas não alcançaram evidência estatística suficiente. CONCLUSÃO – Dessa forma, não foi possível evidenciar benefícios relevantes da musicoterapia para a redução da ansiedade, embora sejam necessários estudos com amostras maiores para confirmação desses achados.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70164
Appears in Collections:(TCC) - Odontologia

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