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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70061

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Título: Dilatar imaginários: poéticas da sexualidade, grupos de arte e sexodissidências
Autor(es): BARROS, Marisa Dantas do Rego
Palavras-chave: Sexualidades; Sexodissidências; Grupos; Arte; Subjetividade
Data do documento: 23-Jun-2025
Editor: Universidade Federal de Pernambuco
Citação: BARROS, Marisa Dantas do Rego. Dilatar imaginários: poéticas da sexualidade, grupos de arte e sexodissidências. 2025. Tese (Doutorado em Psicologia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Abstract: Dilatar imaginários: poéticas da sexualidade, grupos de arte e sexodissidências Esta tese é uma travessia, uma cartografia viva dos processos de criação de sexualidades dissidentes como poéticas. Narro uma pesquisa-intervenção que é prática estética e política, a partir de dez encontros em grupos de criatividade com doze pessoas sexodissidentes. Convidando metodologias participativas artísticas, feministas e contracoloniais para trabalho com grupos, conto do preparo das oficinas, dos encontros do grupo, das transformações dos participantes e dos aprendizados e afetações. Arreganhando as brechas rasgadas pelas epistemologias feministas, transfeministas e contracoloniais, trago como objetivo: inventar uma pesquisa-intervenção com grupos de pessoas sexodissidentes utilizando práticas de arte como metodologia para a expressão, a produção e o compartilhamento de significados sobre sexualidade, subjetividade, grupos e arte. Como objetivos específicos: Desenvolver e sistematizar uma metodologia poético-política de intervenção articulando arte, sexualidade e dissidência no trabalho com grupos; Investigar os significados atribuídos à experiência em grupo e às práticas artísticas no processo de subjetivação de pessoas sexodissidentes; Compreender os modos como os participantes constroem significados sobre prazer, corpo e sexualidade a partir de suas vivências, expressões artísticas e práticas dissidentes. Inspirada na cartografia, a análise dos vestígios dos processos de criação faz emergir três tramas: inventando sexodissidências, investigando significados sobre o fazer da arte e estar em grupo; outros mundos no descompasso do tempo binário, com os significados produzidos sobre sexualidades dissidentes e subjetividade; tudo isso é prazer, pra mim: subjetivação e sexopoéticas, olhando para a produção de significados do prazer, e da constituição de subjetividade como poética. Defendo a potência de pesquisar sexualidades a partir da dissidência, não como desvio a corrigir, mas como horizonte a expandir; e da arte, atiçando a sexualidade a ser constituída como uma poética – um convite a dilatar os imaginários, desejar e criar em rede.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70061
Aparece nas coleções:Teses de Doutorado - Psicologia

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