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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70026

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Título: Educação Sexual de Adolescentes com Transtorno do Espectro Autista: participação de terapeutas ocupacionais
Autor(es): SILVA, Thaís Sthefany Araujo da
Palavras-chave: Adolescentes;; Educação Sexual;; Terapia Ocupacional;; Transtorno do Espectro Autista;; Sexualidade.
Data do documento: 7-Jul-2026
Citação: SILVA, Thaís Sthefany Araujo da. Educação Sexual de Adolescentes com Transtorno do Espectro Autista: participação de terapeutas ocupacionais. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Terapia Ocupacional) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026.
Abstract: Introdução: A adolescência é um período de intensas transformações físicas, psicológicas e sociais e, para adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), esse momento pode ser especialmente desafiador, uma vez que as manifestações do autismo podem interferir nos processos de vivência da sexualidade, e a intervenção do terapeuta ocupacional com educação sexual torna-se relevante. Objetivo: Esta pesquisa tem como objetivo geral descrever a participação de terapeutas ocupacionais na educação sexual de adolescentes com Transtorno do Espectro Autista. Método: Trata-se de um estudo de natureza descritiva e exploratória, com abordagem qualitativa, que utilizou a técnica de Análise de Conteúdo para a identificação de categorias e padrões nas respostas. Resultados: Emergiram cinco categorias (1) Sexualidade de adolescentes com Transtorno do Espectro Autista; (2) Educação sexual para adolescentes com Transtorno do Espectro Autista; (3) Contribuições da Terapia Ocupacional para a educação sexual de adolescentes com TEA; (4) Estratégias e recursos utilizados por terapeutas ocupacionais na educação sexual; e (5) Barreiras e facilitadores para a educação sexual de adolescentes autistas. Discussão: A Terapia Ocupacional compreende a sexualidade como parte constitutiva do cotidiano humano, sendo reconhecida como uma ocupação legítima integrada às Atividades de Vida Diária. Entretanto, no contexto do TEA, essa dimensão é frequentemente invisibilizada por concepções sociais que tendem a infantilizar a vivência da sexualidade. Conclusão: Evidencia-se a necessidade de consolidar a sexualidade como dimensão legítima da vida ocupacional, devendo ser abordada de forma ética, contextualizada e integrada às práticas da Terapia Ocupacional.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/70026
Aparece nas coleções:(TCC) - Terapia Ocupacional

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