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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69935

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Title: Relação entre fadiga e sintomas de ansiedade e depressão em indivíduos com esclerose sistêmica : estudo transversal
Authors: SOARES, Geisielly Maria Porto
Keywords: Esclerose sistêmica; Qualidade de vida; Fadiga; Ansiedade; Depressão
Issue Date: 11-Jun-2026
Citation: SOARES, Geisielly Maria Porto. Relação entre fadiga e sintomas de ansiedade e depressão em indivíduos com esclerose sistêmica: estudo transversal. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Fisioterapia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026.
Abstract: Introdução: A Esclerose Sistêmica (ES) é uma doença rara, autoimune e multissistêmica. A fadiga, a ansiedade e a depressão são sintomas prevalentes que agravam as limitações da doença, entretanto ainda há lacunas sobre a associação entre eles. Este estudo buscou verificar a relação entre o grau de fadiga e os sintomas de ansiedade e depressão em indivíduos com ES. Métodos: Estudo transversal, descritivo e analítico, realizado com indivíduos de ambos os sexos, entre 18-65 anos, diagnosticados com ES no ambulatório de reumatologia no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). O grau de fadiga foi mensurado pelo Fatigue Severity Scale (FSS), sintomas de ansiedade e depressão pelo Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS), qualidade de vida pelo Medical Outcome Study Short Form 12-Item (SF-12) e incapacidade pelo Scleroderma Health Assessment Questionnaire (SHAQ). Resultados: Participaram do estudo 79 indivíduos. Observou-se correlação positiva entre fadiga e sintomas de ansiedade (r = 0,523; p <0,001) sintomas depressivos (r = 0,378; p <0,001) e incapacidade funcional (r = 0,614; p <0,001), além de correlação negativa com a qualidade de vida nos componentes físico (r = -0,619; p <0,001) e mental (r = -0,368; p = 0,001) do SF-12. Discussão: As associações encontradas reforçam que a fadiga nesses indivíduos é influenciada não apenas pelo comprometimento clínico, mas também pelo estado emocional dos indivíduos. Conclusão: A fadiga esteve associada a sintomas ansiosos e depressivos, pior qualidade de vida e maior incapacidade funcional, ressaltando a importância da avaliação dos aspectos emocionais e funcionais na prática clínica.
URI: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69935
Appears in Collections:(TCC) - Fisioterapia

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