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https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69759
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| Title: | Sustentabilidade em escala BIG: um olhar crítico sobre discurso, inovação e prática projetual no Bjarke Ingels Group (2005-2026) |
| Authors: | Chalaça, Iara Amancio |
| Keywords: | Arquitetura Sustentável; Bjarke Ingels Group; Desempenho Ambiental; Percepção Espacial; Análise Projetual |
| Issue Date: | 16-Jun-2026 |
| Citation: | CHALAÇA, Iara Amancio. Sustentabilidade em escala BIG: um olhar crítico sobre discurso, inovação e prática projetual no Bjarke Ingels Group (2005-2026). 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Arquitetura e Urbanismo) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026. |
| Abstract: | A sustentabilidade na arquitetura contemporânea situa-se em um campo de tensões entre o discurso institucional e a prática efetiva. Embora a crise climática dite a urgência do tema, observa-se a dificuldade em internalizar o desempenho ambiental como raciocínio estruturante, restando muitas vezes como um complemento técnico. Este trabalho investiga a abordagem do escritório Bjarke Ingels Group (BIG), buscando compreender seus mecanismos de concepção e sua real contribuição ao debate do desempenho ambiental. A pesquisa inicia-se pelo resgate do arcabouço teórico de autores como Bergman e Leatherbarrow, confrontando-o com a revisão crítica dos manifestos Yes is More: An Archicomic on Architectural Evolution (2009) e Hot to Cold: An Odyssey of Architectural Adaptation (2015). A investigação explora os conceitos centrais do grupo: a Sustentabilidade Hedonista e a Engenharia sem Motores. Para tanto, desenvolve-se um método de leitura projetual próprio que integra diagnóstico climático, análise técnica e percepção espacial, aplicado aos estudos de caso Shenzhen Energy Mansion, Google Bay View e CopenHill. Os resultados demonstram que a narrativa da Sustentabilidade Hedonista se consolida como o ponto de maior êxito prático do grupo, ao converter a agenda ecológica em um ativo gerador de qualidade espacial focado no usuário. Em contrapartida, a aplicação do conceito de Engenharia sem Motores revelou-se heterogênea, evidenciando contradições entre a busca pela autonomia passiva da envoltória e a dependência radical de sistemas híbridos automatizados. Conclui-se que o desempenho climático na produção contemporânea do BIG atua como a própria gênese do design, onde resposta ambiental e expressão estética operam de forma interdependente. A atuação global do escritório prova que grandes corporações podem adotar respostas específicas amparadas por dados climáticos, consolidando o grupo como um laboratório de experimentação tipológica que reflete as buscas pela arquitetura sustentável contemporânea. |
| URI: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69759 |
| Appears in Collections: | (TCC) - Arquitetura e Urbanismo |
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