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Please use this identifier to cite or link to this item: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69712

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dc.contributor.advisorSILVA, Cristiano da Costa da-
dc.contributor.authorSANTOS, Alexandre Bezerra dos-
dc.date.accessioned2026-08-03T18:12:25Z-
dc.date.available2026-08-03T18:12:25Z-
dc.date.issued2026-07-03-
dc.date.submitted7-07-17-
dc.identifier.citationSANTOS, Alexandre Bezerra dos. Fricções e heterogeneidade: uma análise estrutural e causal do choque pandêmico no mercado de trabalho juvenil brasileiro. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Ciências Econômicas) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/69712-
dc.description.abstractEsta monografia analisa as transições ocupacionais da juventude brasileira entre 2012 e 2025, com base em microdados longitudinais reconstruídos da PNAD Contínua. O foco empírico recai sobre a evolução dos fluxos de entrada na ocupação durante e após a pandemia de COVID-19, considerando diferenças por idade, sexo, raça/cor e escolaridade. No panorama descritivo, a desocupação juvenil atingiu 26,0% no terceiro trimestre de 2020, 11,1 pontos percentuais acima da média nacional; a participação caiu em todas as Grandes Regiões; a informalidade recuou abruptamente no início da crise, indicando retração de ocupações precárias; e o desalento juvenil alcançou 5,5% no primeiro trimestre de 2021. A probabilidade bruta de transição da desocupação para a ocupação passou de média pré-pandemia de 18,6% para 6,9% em 2020.2. Na etapa econométrica, o teste de atrito amostral indicou maior perda de representatividade de jovens pretos, pardos e menos escolarizados no painel, recomendando interpretar os diferenciais estimados como limite inferior das desigualdades efetivas. Os Modelos Lineares de Probabilidade mostram que o período pandêmico esteve associado a menor probabilidade média de transição ocupacional e a diferenciais relevantes por gênero, raça/cor, escolaridade e faixa etária. Os estudos de evento indicam estabilidade prévia dos diferenciais e penalizações concentradas durante a fase aguda da crise, com déficits acumulados de -2,1 pontos percentuais para jovens pardos em relação a brancos, 4,5 pontos percentuais para mulheres em relação a homens e -81,7 pontos percentuais no diferencial entre ensino superior e escolaridade básica acumulado ao longo dos trimestres significativos 2020.1. Os testes de robustez sugerem que os padrões centrais não dependem de uma única regra de pareamento, ponderação ou definição de desfecho. Conclui-se que a recuperação agregada do emprego não correspondeu a recomposição homogênea das trajetórias juvenis, reforçando a importância de políticas de qualificação, aprendizagem profissional, intermediação laboral e acompanhamento longitudinal da juventude.pt_BR
dc.format.extent52p.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectMercado de Trabalhopt_BR
dc.subjectMercado de Trabalho Juvenilpt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.subjectPNAD Contínuapt_BR
dc.subjectTransições Ocupacionaispt_BR
dc.subjectDesigualdadespt_BR
dc.titleFricções e heterogeneidade: uma análise estrutural e causal do choque pandêmico no mercado de trabalho juvenil brasileiropt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1196997304232080pt_BR
dc.degree.levelGraduacaopt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3258306009344517pt_BR
dc.description.abstractxThis monograph analyzes occupational transitions among Brazilian youth between 2012 and 2025, using reconstructed longitudinal microdata from PNAD Contínua. The empirical focus is on the evolution of flows into employment during and after the COVID-19 pandemic, considering heterogeneities by age, sex, race/color and schooling. The descriptive analysis shows that youth unemployment reached 26.0% in the third quarter of 2020, 11.1 percentage points above the national average; labor force participation declined across all major regions; informality fell sharply at the beginning of the crisis, indicating a contraction of precarious jobs; and youth discouragement reached 5.5% in the first quarter of 2021. The gross probability of transition from unemployment to employment decreased from a pre-pandemic average of 18.6% to 6.9% in 2020Q2. In the econometric stage, the sample attrition test indicated greater loss of representativeness among Black, mixed-race and less educated youth in the panel, suggesting that the estimated gaps should be interpreted as lower bounds of actual inequalities. Linear Probability Models show that the pandemic period was associated with a lower average probability of occupational transition and with relevant differentials by gender, race/color, schooling and age group. Event-study estimates indicate stable pre-pandemic differentials and penalties concentrated during the acute phase of the crisis, with accumulated deficits of -2.1 percentage points for mixed-race youth relative to white youth, 4.5 percentage points for women relative to men, and -81.7 percentage points in the differential between higher education and basic schooling over the statistically significant quarters of 2020Q1. Robustness tests suggest that the central patterns do not depend on a single matching rule, weighting scheme or outcome definition. The study concludes that the aggregate recovery of employment did not correspond to a homogeneous recomposition of youth trajectories, reinforcing the importance of training policies, apprenticeship programs, labor intermediation and longitudinal monitoring of young people.pt_BR
dc.subject.cnpqÁreas::Ciências Sociais Aplicadaspt_BR
dc.degree.departament::(CCSA-DECON) - Departamento de Economiapt_BR
dc.degree.graduation::CCSA-Curso de Ciências Econômicaspt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Pernambucopt_BR
dc.degree.localRecifept_BR
Appears in Collections:(TCC) - Ciências Econômicas

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